quinta-feira, 10 de junho de 2010

CHINA, TERRA DE GIGANTES

CHINA, TERRA DE GIGANTES
O gigante asiático conta com reservas de quase 2 trilhões de dólares, graças aos seguidos superávits na balança comercial.
[Mapa da China]
Mapa da China

Mesmo atingida pela crise internacional, a produção na China continua em crescimento e sua economia alcança a terceira posição entre as maiores do mundo, atrás da dos EUA e da do Japão.

A crise econômica iniciada no ano passado diminuiu o volume do comércio internacional, atingindo os países exportadores. A China não é exceção. Em franca expansão econômica desde a década de 1970, as vendas do país ao exterior caíram mais de 25% em fevereiro deste ano, na comparação com 2008. Os preços no mercado interno também baixaram (deflação), o que significa que os chineses estão consumindo menos.

Ainda que em ritmo mais moderado, o Produto Interno Bruto (PIB) do país não para de crescer. Em 2008, a economia chinesa avançou 9% e, para 2009, a expectativa é de expansão de até 8%. São resultados menos expressivos que a média dos últimos anos, mas são bem mais polpudos que os de outras importantes economias em desenvolvimento. Já a maioria dos países ricos - como Reino Unido, Alemanha, Japão e Estados Unidos - patina na recessão econômica. Por isso, os chineses são apontados como os principais responsáveis pelo crescimento da economia global neste ano.

O gigante asiático conta com reservas de quase 2 trilhões de dólares, graças aos seguidos superávits na balança comercial (quando o valor total das exportações é maior que o das importações) e aos investimentos estrangeiros no país. Ao lado da Índia, do Brasil e da Federação Russa, a China integra o Bric, sigla que reúne as quatro maiores economias de nações em desenvolvimento do mundo.

Para amenizar a queda do consumo interno, o governo chinês liberou, no fim do ano passado, um pacote de 585 bilhões de dólares (4 trilhões de iuans, a moeda chinesa). O dinheiro é direcionado a obras de infraestrutura (que criam empregos na construção civil, como pontes, ferrovias, aeroportos etc.), além de ajuda à indústria, estímulo ao crédito e redução de impostos.



Na mira brasileira

O pacote de ajuda federal já dá novo fôlego à economia chinesa. Em março, a atividade industrial cresceu 8,3% na comparação com dados de 2008. Em janeiro e fevereiro, esse índice ficou em 3,8%. Nesse cenário, o Brasil aumentou em 63% as vendas de matérias-primas ao país entre janeiro e março. O resultado fez da China o mais importante destino das nossas exportações (até então, o posto era ocupado pelos Estados Unidos). Os principais produtos brasileiros vendidos à China são celulose, minério de ferro, petróleo e soja.

As relações comerciais entre Brasil e China podem aprofundar-se ainda mais. Atualmente, as duas maiores demandas chinesas são alimentos e energia, setores em que o Brasil é autossuficiente. A previsão é que a economia chinesa se recupere da crise já no segundo semestre de 2009 - mais rapidamente que a norte-americana, por exemplo. De olho nesse potencial, o presidente Lula esteve no país em maio, com o objetivo de diversificar as exportações brasileiras. O ponto principal da negociação foi a venda de carne de frango.
Desemprego

O crescimento econômico mais lento acentuou um grave problema social na China: o desemprego. O país tem a maior população do globo, mais de 1,3 bilhão de pessoas, e a economia precisa crescer muito para absorver todo mundo. Com o crescimento menor da produção, fábricas fecharam, demitindo seus funcionários. Até agora, 20 milhões de pessoas que haviam migrado para os centros urbanos perderam o emprego e tiveram de retomar para o campo.

O governo chinês afirma que precisa manter o ritmo de crescimento anual em 8%, no mínimo, para conseguir criar 10 milhões de empregos e, assim, garantir a estabilidade social. Esse é o número de pessoas que deixam as áreas rurais em busca de trabalho nas cidades chinesas todos os anos. As autoridades temem que a perda em massa de trabalho possa provocar manifestações contra o governo comunista.



Terceira economia mundial

Nas últimas décadas, a média de crescimento do Produto Interno Bruto chinês foi de 9% ao ano. Em 2007, com um crescimento de 13%, a China chegou ao terceiro lugar entre as maiores economias do globo, à frente da Alemanha e atrás apenas da dos EUA e do Japão. O PIB chinês é equivalente à soma das economias brasileira e italiana, duas das dez maiores do mundo.

O modelo de desenvolvimento adotado se baseia na abundância de mão de obra mal remunerada, na distribuição de subsídios estatais (ajuda do governo aos produtores por meio de incentivos financeiros), na atração de investimentos estrangeiros, na instalação de fábricas montadoras (que importam peças e montam produtos no país) e na exportação de mercadorias baratas.

Os dirigentes chineses deram o nome de "economia socialista de mercado" ao sistema econômico vigente no país. Ou seja, um paradoxo entre socialismo - que pressupõe a propriedade coletiva dos meios de produção - e a economia de mercado, na qual a produção está em mãos privadas.

O PIB por setor chinês apresenta-se da seguinte maneira: Indústria 50%; Serviços 40%; e Agricultura 11%.

Em 2001, a China entrou de vez no mundo globalizado ao ingressar na Organização Mundial do Comércio (OMC) após 15 anos de negociação. Com isso, o país passou a se submeter a certas regras do comércio internacional, incluindo a liberação de investimentos de empresas estrangeiras em setores estratégicos, como bancos e telecomunicações. Ao mesmo tempo, os produtos fabricados no país, já presentes em todo o mundo ocidental, ganharam ainda mais espaço entre os 153 países-membros da OMC.

Num passo ainda mais ousado, em 2007, o Congresso Nacional do Povo (Parlamento chinês) aprovou uma lei que garante que os mesmos direitos dados à propriedade estatal sejam estendidos à propriedade privada. A terra, porém, continua sendo domínio apenas do Estado.

Consumo de energia na China
Consumo de energia na China

Desafios

Arranha-céus, portos, aeroportos, rodovias e ferrovias têm mudado a paisagem da China. As condições de vida da população, porém, não progridem na mesma medida. Desde o início das reformas econômicas, em 1978, a China retirou 500 milhões de pessoas da pobreza absoluta, segundo o Banco Mundial. Mesmo assim, a entidade afirma que ainda há 135 milhões que vivem com menos de 1 dólar por dia, o que coloca o país em segundo lugar no ranking absoluto de pobres, atrás apenas da Índia. A renda média dos 10% mais ricos do país é 12 vezes maior que a dos 10% mais pobres. Na década passada, a proporção era de apenas quatro vezes.

Outra preocupação de Pequim é o meio ambiente. A vigorosa escalada econômica chinesa provoca graves danos à natureza. Hoje o país é responsável por 20,2% do total das emissões mundiais de gás carbônico, causador do efeito estufa. A maior parte da energia consumida na China vem do carvão e do petróleo, fontes altamente poluidoras. Para amenizar a situação, o governo tem investido na construção de usinas de carvão mais eficientes, que convertem o mineral em gás antes de queimá-Io. Aos poucos, a medida surte efeitos. O último relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) reduziu de 3,2% para 3% sua previsão de aumento anual das emissões chinesas de gases de aquecimento global.

Já a necessidade de petróleo - a China é o segundo maior consumidor do mundo, atrás apenas dos EUA - aproximou o país da África. Nos últimos anos, as trocas comerciais cresceram dez vezes, atingindo 100 bilhões de dólares em 2008. Países como Angola, Guiné Equatorial, Congo e Nigéria fornecem um terço do petróleo consumido pelos chineses. A China também compra minérios como cobre, ferro, cobalto, latão e ouro, além de investir em obras de infraestrutura na região. Em troca, o mercado africano abriu espaço aos produtos chineses.

[Exército chinês]
Exército chinês

Autoritarismo

Ao mesmo tempo em que ganhou destaque global graças ao crescimento econômico, a China aumenta a repressão política interna. Não há liberdade partidária, sindical, nem de imprensa. As medidas de repressão política foram reforçadas para evitar manifestações na passagem dos 20 anos do Massacre da Praça da Paz Celestial. O episódio marcou a história chinesa. Em 1989, estudantes iniciaram uma onda de protestos exigindo democracia e melhores condições de vida. Engrossadas por setores da população, as manifestações terminaram com milhares de mortes.

Hoje, sob o comando do presidente Hu Jintao, a ditadura se mantém na China. Há milhares de prisioneiros políticos e ainda se pratica o crime de tortura. O regime também é duro contra os criminosos comuns. No total, a China é o país que execu¬ta o maior número de pessoas no mundo, segundo a Anistia Internacional.

Em abril deste ano, o governo chinês anunciou seu primeiro plano sobre direitos humanos, que pode ser apenas um aceno às organizações ocidentais que pressionam o país. No documento, o governo promete controlar o uso da pena de morte, garantir julgamentos justos, proteger minorias e ampliar o direito da população de ser informada. No entanto, a liberdade democrática de organização política passa longe das medidas cogitadas pela cúpula chinesa.

Em meio à crise econômica mundial, a China tenta garantir crescimento de pelo menos 8% da economia para evitar que uma inquietação social gere protestos como os da Praça da Paz Celestial em 1989.

O movimento de 20 anos atrás é conhecido por ter sido liderado pela elite estudantil pró-democracia da China, mas os protestos se fortaleceram porque contaram com a participação de trabalhadores e desempregados. Alguns dissidentes afirmaram que a mobilização pró-democracia de hoje se fundamenta justamente nesse grupo de chineses, que migram do interior para a costa em busca de trabalho nas indústrias manufatureiras exportadoras. Esses trabalhadores não recebem apoio da rede social nas cidades, pois não têm direito a residência permanente, ao mesmo tempo em que sofrem abusos de patrões, que os escravizam ou não pagam os salários.



Verbo,Ponto De Fusão

Verbo: É a palavra variável que exprime um acontecimento representado no tempo, seja ação, estado ou fenômeno da natureza.

Os verbos apresentam três conjugações. Em função da vogal temática, podem-se criar três paradigmas verbais. De acordo com a relação dos verbos com esses paradigmas, obtém-se a seguinte classificação:

Exemplos De Algumas Classificação.

.Regulares: seguem o paradigma verbal de sua conjugação;
.irregulares: não seguem o paradigma verbal da conjugação a que pertencem. As irregularidades podem aparecer no radical ou nas desinências (ouvir - ouço/ouve, estar - estou/estão);
Entre os verbos irregulares, destacam-se os anômalos que apresentam profundas irregularidades. São classificados como anômalos em todas as gramáticas os verbos ser e ir.
.defectivos: não são conjugados em determinadas pessoas, tempo ou modo (falir - no presente do indicativo só apresenta a 1ª e a 2ª pessoa do plural). Os defectivos distribuem-se em três grupos: impessoais, unipessoais (vozes ou ruídos de animais, só conjugados nas 3ª pessoas) por eufonia ou possibilidade de confusão com outros verbos;
abundantes - apresentam mais de uma forma para uma mesma flexão. Mais freqüente no particípio, devendo-se usar o particípio regular com ter e haver; já o irregular com ser e estar (aceito/aceitado, acendido/aceso - tenho/hei aceitado ≠ é/está aceito);
.auxiliares: juntam-se ao verbo principal ampliando sua significação. Presentes nos tempos compostos e locuções verbais;
certos verbos possuem pronomes pessoais átonos que se tornam partes integrantes deles. Nesses casos, o pronome não tem função sintática (suicidar-se, apiedar-se, queixar-se etc.);
formas rizotônicas (tonicidade no radical - eu canto) e formas arrizotônicas (tonicidade fora do radical - nós cantaríamos).
Quanto à flexão verbal, temos:
número: singular ou plural;
pessoa gramatical: 1ª, 2ª ou 3ª;
tempo: referência ao momento em que se fala (pretérito, presente ou futuro). O modo imperativo só tem um tempo, o presente;
voz: ativa, passiva e reflexiva;
modo: indicativo (certeza de um fato ou estado), subjuntivo (possibilidade ou desejo de realização de um fato ou incerteza do estado) e imperativo (expressa ordem, advertência ou pedido).
As três formas nominais do verbo (infinitivo, gerúndio e particípio) não possuem função exclusivamente verbal. Infinitivo é antes substantivo, o particípio tem valor e forma de adjetivo, enquanto o gerúndio equipara-se ao adjetivo ou advérbio pelas circunstâncias que exprime.
Quanto ao tempo verbal, eles apresentam os seguintes valores:

E Temos outro que serve com outras função.
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sexta-feira, 23 de abril de 2010
Ponto De Fusão E Ebulição!
Ponto De Fusão E Ebulição


Ponto De Fusão: È a temperatura em que a matéria passa da da fase sólida para a fase líquida sempre em relação a determinada pressão atmosferia.

Exemplo: Como A Temperatura Passa Em Fase E Fase! O ponto de fusão depende das forças existentes entre as moléculas (ou entre íons, no caso de cristais iônicos) da substância sólida. Se estiverem fortemente ligadas umas às outras, a temperatura necessária para separá-las deve ser elevada, para dispô-las em sua nova forma, o líquido. Neste estado as partículas não podem se afastar muito umas das outras e nem se avizinhar demais. Por isso, suas características físicas são intermediárias entre sólidos e gases.

Ponto De Ebulição: È a temperatura em que a matéria passa da fase líquida para fase gasosa sempre em relação a determinada pressão atmosfériaca
As substâncias e os elementos químicos têm pontos de fusão e ebulição específicios.
Os valores dos exemplos abaixo estão à pressão atmosférica ao nivel do mar.


Exemplo Dos Pontos De Fusão E Ebulição!

Substância Ponto De Fusão Ponto De Ebulição

Àgua 0 °C 100 °C

Àlcool -177 °C 78 °C

Mercúrio -39 °C 357 °C

Ferro 1 535 ° 2 750 °C

Chumbo 327 °C 1 751 °C

Energia ,CARACTERÍSTICA CULTURAL,Ciencias

Energia


Em nosso planeta encontramos diversos tipos de fontes de energia. Elas podem ser renováveis ou esgotáveis. Por exemplo, a energia solar e a eólica (obtida através dos ventos) fazem parte das fontes de energia inesgotáveis. Por outro lado, os combustíveis fósseis (derivados do petróleo e do carvão mineral) possuem uma quantidade limitada em nosso planeta, podendo acabar caso não haja um consumo racional.

Exemplos De Umas Das principais Fonte de Energia:

· Energia hidráulica – é a mais utilizada no Brasil em função da grande quantidade de rios em nosso país. A água possui um potencial energético e quando represada ele aumenta. Numa usina hidrelétrica existem turbinas que, na queda d`água, fazem funcionar um gerador elétrico, produzindo energia. Embora a implantação de uma usina provoque impactos ambientais, na fase de construção da represa, esta é uma fonte considerada limpa.

· Energia fóssil – formada a milhões de anos a partir do acúmulo de materiais orgânicos no subsolo. A geração de energia a partir destas fontes costuma provocar poluição, e esta, contribui com o aumento do efeito estufa e aquecimento global. Isto ocorre principalmente nos casos dos derivados de petróleo (diesel e gasolina) e do carvão mineral. Já no caso do gás natural, o nível de poluentes é bem menor.

· Energia solar – ainda pouco explorada no mundo, em função do custo elevado de implantação, é uma fonte limpa, ou seja, não gera poluição nem impactos ambientais. A radiação solar é captada e transformada para gerar calor ou eletricidade.

· Energia de biomassa – é a energia gerada a partir da decomposição, em curto prazo, de materiais orgânicos (esterco, restos de alimentos, resíduos agrícolas). O gás metano produzido é usado para gerar energia.

· Energia eólica – gerada a partir do vento. Grandes hélices são instaladas em áreas abertas, sendo que, os movimentos delas geram energia elétrica. È uma fonte limpa e inesgotável, porém, ainda pouco utilizada.


· Energia nuclear – o urânio é um elemento químico que possui muita energia. Quando o núcleo é desintegrado, uma enorme quantidade de energia é liberada. As usinas nucleares aproveitam esta energia para gerar eletricidade. Embora não produza poluentes, a quantidade de lixo nuclear é um ponto negativo.Os acidentes em usinas nucleares, embora raros, representam um grande perigo.

· Energia geotérmica – nas camadas profundas da crosta terrestre existe um alto nível de calor. Em algumas regiões, a temperatura pode superar 5.000°C. As usinas podem utilizar este calor para acionar turbinas elétricas e gerar energia. Ainda é pouco utilizada.

· Energia gravitacional – gerada a partir do movimento das águas oceânicas nas marés. Possui um custo elevado de implantação e, por isso, é pouco utilizada. Especialistas em energia afirmam que, no futuro, esta, será uma das principais fontes de energia do planeta.
Postado por BrunoPires às 03:04 0 comentários
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Do E Does
Do E Does


O verbo "to do" é usado como auxiliar em sentenças negativas e interrogativas quando o verbo principal não é um verbo anômalo (ex: must, be, can, may, etc). Verbo anômalo é um outro assunto, ok?O auxiliar "do" varia para as 3as pessoas do singular somente, ficando na forma de "does" para: HE, SHE e IT.

Vou Mostra Alguns Exemplos Com Do E Does.

Então, vamos exemplificar utilizando o verbo principal "to write" (escrever
1. Sentenças afirmativasa)
I write letters to you. (Eu escrevo cartas para você)
>> não precisa de auxiliar


b) Clarck (he) writeS letters to you. (Clark (ele) escreve cartas para você)
>> não precisa de auxiliar, pois a variação está no verbo principal (o "S" ao final do verbo)

2. Sentenças Negativasa)
I don't (DO + NOT) write letters to you. (Eu não escrevo cartas para você)
>> o auxiliar é usado com o NOT


b) Clarck (he) doesn't (DOES + NOT) write letters to you. (Clark não escreve cartas para você)
>> o auxiliar é usado com o NOT e a variação que está no verbo principal (o "S" ao final do verbo) é excluída. O DOES já apresenta esta variação

3. Sentenças Interrogativasa)
DO you write letters to me? (Você escreve cartas para mim?)
>> o auxiliar é acrescentado no início da frase.

b) DOES Clarck (he) write letters to you? (Clark escreve cartas para você?)
>> o auxiliar é acrescentado no início da frase e a variação que está no verbo principal (o "S" ao final do verbo) é excluída. O DOES já apresenta esta variação.

o DO às vezes é usado para enfatizar uma palavra e/ou frase, por exemplo: I DO write letters to my friend every month.

Postado por BrunoPires às 03:17 0 comentários
quinta-feira, 6 de maio de 2010
O Que é Ciencias?
O Que é Ciencias?
Tomo a liberdade de me dirigir a si rogando-lhe que seja o juiz numa disputa entre mim e uma pessoa minha conhecida que já não posso considerar um amigo. A questão em discussão é a seguinte: É a minha criação, a guardachuvalogia, uma ciência? Permita-me que explique a situação. De há dezoito anos para cá que, conjuntamente com alguns fieis discípulos, venho recolhendo informações relacionadas com um objecto até agora negligenciado pelos cientistas — o guarda-chuva. O resultado da minha investigação, até à presente data, encontra-se reunido em nove volumes que vos envio separadamente. Deixe-me, antecipando a sua leitura, descrever brevemente a natureza dos conteúdos aí apresentados e o método que empreguei na sua compilação. Comecei pelas ilhas. Passando de quarteirão em quarteirão, de casa em casa, de família em família, de indivíduo em indivíduo, descobri: 1) o número de guarda-chuvas existentes, 2) o seu tamanho, 3) o seu peso, 4) a sua cor. Tendo coberto uma ilha, passei às restantes. Depois de muitos anos, passei à cidade de Lisboa e, finalmente, completei toda a cidade. Estava então pronto a continuar o trabalho passando para o resto do país e, posteriormente, para o resto do mundo.
Foi neste ponto que me aproximei do meu amigo de outrora. Sou um homem modesto, mas senti que tinha o direito de ser reconhecido como o criador de uma nova ciência. Ele, por outro lado, afirmou que a guardachuvalogia não era de todo uma ciência. Primeiro, disse ele, é uma tolice estudar guarda-chuvas. Este argumento é mau, uma vez que a ciência se ocupa de todo e qualquer objecto, por muito humilde e abjecto que seja, até mesmo da «perna de trás de uma pulga». Sendo assim, por que não guarda-chuvas? Depois, ele afirmou que a guardachuvalogia não poderia ser reconhecida como uma ciência porque não trazia qualquer benefício ou utilidade para a sociedade. Mas não será a verdade a coisa mais preciosa na vida? E não estão os meus nove volumes repletos de verdades acerca do meu objecto de estudo? Cada palavra é verdadeira. Cada frase contém um facto firme e frio. Quando ele me perguntou qual era a finalidade da guardachuvalogia, senti-me orgulhoso em dizer «Procurar e descobrir a verdade é finalidade suficiente para mim». Sou um cientista puro; não tenho motivos ulteriores. Daqui se segue que a verdade seja suficiente para me sentir satisfeito. A seguir afirmou que as minhas verdades estavam datadas e que qualquer uma das minhas descobertas poderia deixar de ser verdadeira amanhã. Mas isto, disse eu, não é um argumento contra a guardachuvalogia, é sim um argumento para a manter actualizada, que é precisamente o que pretendo fazer. Façamos levantamentos mensais, semanais, ou mesmo diários, de modo a que o nosso conhecimento se mantenha actualizado. A sua objecção seguinte foi afirmar que a guardachuvalogia não continha hipóteses e que não tinha desenvolvido leis ou teorias. Isto é um grande erro. Utilizei inúmeras hipóteses no decurso das minhas investigações. Antes de entrar num novo quarteirão e numa nova secção da cidade coloquei hipóteses relacionadas com o número e com as características dos guarda-chuvas que aí seriam observados, hipóteses essas que foram, de acordo com o correcto procedimento científico, ou verificadas ou anuladas pelas minhas subsequentes observações. (De facto, é interessante notar que posso comprovar e documentar cada uma das minhas respostas a estas objecções com numerosas citações de trabalhos fundamentais, de revistas importantes, de discursos públicos feitos por cientistas eminentes, etc.) No que respeita a teorias e leis, o meu trabalho é abundante. Mencionarei, a título de exemplo, apenas algumas. Existe a Lei da Variação da Cor Relativa à Posse pelo Género. (Os guarda-chuvas que são posse das mulheres tendem a ter uma grande variedade de cores, ao passo que aqueles que são posse dos homens são quase sempre pretos.) Apresentei, para esta lei, uma exacta formulação estatística. (Veja-se vol. 6, apêndice 1, quadro 3, p. 582). Existem as Leis dos Possuidores Individuais de uma Pluralidade de Guarda-chuvas e as Leis da Pluralidade dos Possuidores de Guarda-chuvas Individuais, leis curiosamente inter-relacionadas. A inter-relação, na primeira lei, assume a forma de uma quase directa ratio com o rendimento anual, e a segunda, uma quase relação inversa com o rendimento anual. (Para uma formulação exacta das circunstâncias modificadoras veja-se vol. 8, p. 350). Há também a Lei da Tendência para Adquirir Guarda-chuvas em Tempo Chuvoso. Para esta lei forneci verificação experimental no capítulo 3 do volume 3. Realizei, igualmente, numerosas outras experiências relacionadas com a minha generalização.
Por conseguinte, creio que a minha criação é, em todos os aspectos, uma ciência genuína, e apelo para a vossa comprovação da minha opinião.
Postado por BrunoPires às 03:24 0 comentários
segunda-feira, 3 de maio de 2010
CARACTERÍSTICA CULTURAL


Se o conceito de espécie humana nos irmana no patamar da biologia, com a ideia de dignidade é possível igualizar a humanidade no plano específico dos valores, o mesmo é dizer, em geral, no âmbito da cultura. É defensável que todos os humanos nascem infinitamente dignos, pois essa condição é a primeira propriedade cultural que universalmente podemos considerar inerente a todos os indivíduos. Assim, pesem embora todas as diferenças fisionómicas, se no domínio biológico é possível falar de uma espécie, também no quadro cultural de uma moral universal, apesar do multi-facetado painel das culturas humanas, quer no tempo quer no espaço, não é abusivo falar em termos do global da espécie. Trata-se do respeito que, à partida, todas as pessoas consigo transportam e merecem em face dos outros e que, na realidade, surge inclusivamente como a primeira baliza natural da liberdade individual e das chamadas liberdades em geral.Não sendo inata uma vez que, enquanto criação cultural que é, não é transmissível, nem biológica nem geneticamente, podemos dizer que a dignidade é a primeira característica cultural da humanidade, pois é a única inicialmente reconhecível em todas as pessoas.

Preposicões

Preposicões
Preposição é uma palavra invariável que serve para ligar termos ou orações. Quando esta ligação acontece, normalmente há uma subordinação do segundo termo em relação ao primeiro. As preposições são muito importantes na estrutura da língua pois estabelecem a coesão textual e possuem valores semânticos indispensáveis para a compreensão do texto.
Tipos de Preposição
1. Preposições essenciais: palavras que atuam exclusivamente como preposições.
A, ante, perante, após, até, com, contra, de, desde, em, entre, para, por, sem, sob, sobre, trás, atrás de, dentro de, para com.
2. Preposições acidentais: palavras de outras classe gramaticais que podem atuar como preposições.
Como, durante, exceto, fora, mediante, salvo, segundo, senão, visto.
3. Locuções prepositivas: duas ou mais palavras valendo como uma preposição, sendo que a última palavra é uma delas.
Abaixo de, acerca de, acima de, ao lado de, a respeito de, de acordo com, em cima de, embaixo de, em frente a, ao redor de, graças a, junto a, com, perto de, por causa de, por cima de, por trás de.
A preposição, como já foi dito, é invariável. No entanto pode unir-se a outras palavras e assim estabelecer concordância em gênero ou em número.
Ex: por + o = pelo
por + a = pela
Vale ressaltar que essa concordância não é característica da preposição e sim das palavras a que se ela se une.
Esse processo de junção de uma preposição com outra palavra pode se dar a partir de dois processos:
1. Combinação: A preposição não sofre alteração.
preposição a + artigos definidos o, os
a + o = ao
preposição a + advérbio onde
a + onde = aonde
2. Contração: Quando a preposição sofre alteração.
Preposição + Artigos
De + o(s) = do(s)
De + a(s) = da(s)
De + um = dum
De + uns = duns
De + uma = duma
De + umas = dumas
Em + o(s) = no(s)
Em + a(s) = na(s)
Em + um = num
Em + uma = numa
Em + uns = nuns
Em + umas = numas
A + à(s) = à(s)
Por + o = pelo(s)
Por + a = pela(s)
Preposição + Pronomes
De + ele(s) = dele(s)
De + ela(s) = dela(s)
De + este(s) = deste(s)
De + esta(s) = desta(s)
De + esse(s) = desse(s)
De + essa(s) = dessa(s)
De + aquele(s) = daquele(s)
De + aquela(s) = daquela(s)
De + isto = disto
De + isso = disso
De + aquilo = daquilo
De + aqui = daqui
De + aí = daí
De + ali = dali
De + outro = doutro(s)
De + outra = doutra(s)
Em + este(s) = neste(s)
Em + esta(s) = nesta(s)
Em + esse(s) = nesse(s)
Em + aquele(s) = naquele(s)
Em + aquela(s) = naquela(s)
Em + isto = nisto
Em + isso = nisso
Em + aquilo = naquilo
A + aquele(s) = àquele(s)
A + aquela(s) = àquela(s)
A + aquilo = àquilo

Verbo

Verbo


Verbo é a palavra que expressa processos, ação, estado, mudança de estado, fenômeno da natureza, conveniência, desejo e existência. Desse modo, enquanto os nomes (substantivo, adjetivo) indicam propriedades estáticas dos seres, o verbo denota os seus movimentos, por isso sua característica de dinamicidade.

Vamos Ver Alguns Exemplos:

1° Um homem já escorregou neste chão molhado e deixou cair seu livro de matemática
...[escorregar: verbo = ação que expressa a dinamicidade de "homem"]

2°Por enquanto as matas continuam indefesas.
...[continuar: verbo = estado que expressa a dinamicidade de "matas"]

3° Anoitecia rapidamente!
...[anoitecer: verbo = fenômeno dinâmico da natureza]

4° Convém aguardar mais alguns minutos.
...[convir: verbo = conveniência que expressa a dinamicidade de "aguardar..."]

5° Nossos estudantes anseiam um bom emprego.
...[ansiar: verbo = desejo que expressa a dinamicidade de "nossos estudantes"]

6° Houve tumulto no momento da votação.
...[haver: verbo = existência que expressa a dinamicidade de "tumulto..."]

(Resumo da aula).
Postado por BrunoPires às 12:06 0 comentários
sexta-feira, 21 de maio de 2010
ADJETIVO
ADJETIVO


Adjetivo é a palavra que modifica o substantivo, indicando características de defeito, qualidade, estado, etc.

Exemplos: Comida gostosa.

Menino bonito.
Gosto ruim.


Formação do adjetivo

O adjetivo pode ser:


Simples - possui apenas um radical, um só elemento: azul, surdo,

Composto – possui mais de um radical, mais de um elemento: azul-escuro, surdo-mudo.

Primitivo – é aquele que não deriva de outra palavra; servindo de base para a formação de outras palavras: triste, bom, pobre.

Derivado – é aquele que deriva de outras palavras, geralmente de substantivos e de verbos: tristonho, bondoso, pobretão.

Flexão do adjetivo

O adjetivo varia em gênero, número e grau.

1) Gênero do adjetivo

Uniformes: apresenta uma só forma para os dois gêneros, masculino e feminino.

Menino feliz – menina feliz

Empregado competente – empregada competente

Biformes: são aqueles que apresentam uma forma para o masculino e outra para o feminino.

O atleta brasileiro – a atleta brasileira.

O menino lindo – a menina linda.

(Resumo da Aula)

A Transformação Massa-Energia

A Transformação Massa-Energia

O elétron, como será mostrado no item 7, pode ser pensado como uma partícula dotada de um giro real e não fictício, como seria o "giro" suposto pela física quântica (spin quântico). Aliás, a idéia de giro surgiu da experimentação (Stern e Gerlach, 1924) em condições em que observou-se que elétrons em órbita (átomo de hidrogênio), lançados na direção de campos magnéticos, seguiam duas trajetórias possíveis: uma em direção ao polo norte do campo e outra em direção ao polo sul. Rigorosamente falando, quem fixa o "spin quântico" em duas únicas opções, "up" ou "down", não é a natureza intrínseca ou quântica do elétron mas o equipamento laboratorial (campo magnético), pois a partícula em "giro clássico" orienta-se perpendicularmente às linhas de campo, graças ao torque que lhe é aplicado pelo mesmo.
Num campo elétrico, como aquele existente entre as placas de um condensador, o elétron também orienta-se segundo as linhas de campo, como que a "olhar" os prótons da placa positiva. Elétrons e prótons como que acoplam seus giros entre si, num alinhamento perfeito. À medida que o elétron sofre a ação do campo e é acelerado, aproxima-se dos prótons cada vez com maior velocidade. Nestas condições "enxerga" os prótons como se estes estivessem girando mais rápido do que o normal. Como o giro do elétron é acoplado com o giro do próton, o elétron utiliza parte da energia do campo para incrementar seu giro, em detrimento de seu ganho em velocidade linear. Dito de outra forma, o elétron em movimento no campo elétrico está sujeito a um campo um pouco diferente daquele a que estaria quando em "quase-repouso", como é o caso dos elétrons da experiência de Milikan; parte do campo elétrico é aqui como que transformada em um campo de torques, a acoplar o giro do elétron ao aparente giro do próton. Conseqüentemente, o elétron extrai toda a energia possível do campo sob a forma de energia cinética: parte sob a forma de movimento linear e parte sob a forma de movimento angular. Posteriormente, ao ser freado num calorímetro, revela possuir toda a energia que extraiu do campo, ou seja, aquela que ganhou em sua passagem pelo condensador. Como, via de regra, despreza-se a energia ganha sobre a forma de incremento na velocidade angular, conclui-se, erroneamente, que esta energia estava "contida" na massa do elétron; ou então, que massa e energia seriam grandezas convertíveis entre si, em concordância com o previsto pela teoria da relatividade especial.
Não é difícil demonstrar matematicamente que essa energia, convertida em energia cinética do movimento de giro do elétron, adapta-se exatamente à quantidade "transformada" em massa pela teoria da relatividade especial. Em contextos nitidamente diversos, porém a comportarem uma matemática afim, percebe-se esta compatibilidade físico-matemática. Isto está demonstrado tanto no trabalho de Natarajan (1), sobre a "estrutura de partículas quânticas", quanto no de Gaasenbeek (2), a supor uma trajetória helicoidal e/ou uma natureza ondulatória helicoidal para os elétrons. Sem dúvida, percebe-se um empenho muito grande dos físicos teorizadores em "driblar" as dificuldades teórico-experimentais e inerentes ou decorrentes da aceitação da teoria eletromagnética de Maxwell-Lorentz, a supostamente impossibilitar a decifração da natureza íntima da matéria.

Mangá

Mangá

Mangá é o nome dado às histórias em quadrinhos de origem japonesa. A palavra surgiu da junção de outros dois vocábulos: man, que significa involuntário, e gá, imagem. Os mangás se diferenciam dos quadrinhos ocidentais não só pela sua origem, mas principalmente por se utilizar de uma representação gráfica completamente própria. Pra começar, o alfabeto japonês se compõe de ideogramas que não só representam sons, mas também idéias. Assim, em um mangá o texto em geral, mas principalmente as onomatopéias, fazem parte da arte. A ordem de leitura dos mangás também é diferente daquela que estamos acostumados. Um livro japonês começa pelo que seria o fim de uma publicação ocidental. Além disso, o texto é disposto da direita para a esquerda (clique aqui para ver a forma correta de se ler um mangá). Outra característica peculiar dos mangás é que eles são publicados em volumes de mais ou menos 200 páginas cada, o que permite aos autores criar histórias mais longas e aprofundadas. Dessa forma, em um mangá é comum ver várias páginas só de imagens, sem diálogos, e também ações que se desenrolam por muitos quadrinhos e abordadas por diferentes pontos de vista. A disposição dos quadrinhos em uma página de mangá é diferente daquela que se costuma ver num comic americano, que costuma ter 3 ou 4 fileiras de quadrinhos por páginas. Como os mangakás (nome dado aos autores de mangás) dispõe de um espaço maior para contar sua históra, também empregam um número menor de quadrinhos por página – não é difícil ver página até sem quadrinhos, com uma única imagem estourada. Também é característica dos mangás serem feitos completamente em preto-e-branco e em papel jornal, o que torna o produto mais barato e faz com que ele seja consumido por todo tipo de pessoa – no Japão eles são lidos por crianças, estudantes, executivos, donas-de-casa… Esses são apenas alguns pontos que caracterizam os mangás. Só que o principal é a capacidade que eles têm de encantar pessoas do mundo todo. Ler um mangá é uma experiência única. É mergulhar em um mundo próprio. Cheio de ação, emoção, heróis, criaturas mágicas e muita, muita diversão.

ADJETIVO

ADJETIVO


Adjetivo é a palavra que modifica o substantivo, indicando características de defeito, qualidade, estado, etc.

Exemplos: Comida gostosa.

Menino bonito.
Gosto ruim.


Formação do adjetivo

O adjetivo pode ser:


Simples - possui apenas um radical, um só elemento: azul, surdo,

Composto – possui mais de um radical, mais de um elemento: azul-escuro, surdo-mudo.

Primitivo – é aquele que não deriva de outra palavra; servindo de base para a formação de outras palavras: triste, bom, pobre.

Derivado – é aquele que deriva de outras palavras, geralmente de substantivos e de verbos: tristonho, bondoso, pobretão.

Flexão do adjetivo

O adjetivo varia em gênero, número e grau.

1) Gênero do adjetivo

Uniformes: apresenta uma só forma para os dois gêneros, masculino e feminino.

Menino feliz – menina feliz

Empregado competente – empregada competente

Biformes: são aqueles que apresentam uma forma para o masculino e outra para o feminino.

O atleta brasileiro – a atleta brasileira.

O menino lindo – a menina linda.

(Resumo da Aula)

Filosofia Da Amizade

Filosofia Da Amizade


Sempre se toma a epígrafe como fundamento do texto, pois ela já diz tudo: é ponto de partida e de chegada. Assim, tomêmo-la pro-fundamente, seguindo o caminho oblíquo ao qual (como toda epígrafe) esta parece nos conduzir.
Equivoca e felizmente, de início já nos deparamos com a duplicidade à qual desviaremos toda nossa atenção ao longo destas páginas e partiremos direto ao ponto que pretendemos alcançar ¾ o caminho oblíquo, em absoluto, é necessariamente tortuoso ou desconcertado, é apenas errante, baseado nas voltas e re-voltas que nos demanda; sua obliqüidade indica tão-somente que não se pode tratar de um discurso em paralelo ou perpendicular à discussão proposta e que devemos trilhar, reta e corretamente, o maior percurso possível dentro de nossa discussão.
Tratamos, portanto, única (e não simplesmente) da amizade. Deste sentimento que Montaigne já descrevera como um sentimento que une tão fortemente as almas que não se pode mais ver a costura que as unia antes; deste sentimento que, desde os Gregos Antigos, é considerado como a forma mais elevada do amor (conquanto não predominantemente carnal ou, até mesmo puramente espiritual). Mas não é a discussão sobre a origem erótica (de eros) da amizade que constitui este seu caráter equívoco. Pouco nos importa se espiritualmente destinada ou libidinalmente sublimada: ela existe. Deste fenômeno, não devemos pretender retirar sua verdade por síntese ou análise, não nos achamos neste direito; queremos apenas descrevê-lo sub-assinado por nós, ou seja, interpretá-lo.
Sobre este aspecto de união que tanto a amizade descrita por Montaigne quanto a fala de Aristófanes, no Banquete platônico, parecem enxergar como sua como sua verdade, temos apenas uma coisa a ressaltar: em um artigo seu intitulado Eros, Martin Buber declara que não se trata da necessidade de dois se tornarem um (qual Meister Eckhart) nem de um vir a ser dois (como defendia Nietzsche), mas sim de que cada um deve compreender a alteridade desdobrada, dizendo que somente “quando duas pessoas dizem, uma-à-outra, com a totalidade de seus seres: És Tu!” (DD 64) é que se pode instaurar o amor.
*
Percebemos que, para que ocorra a amizade como instância amorosa, é preciso que haja o respeito à alteridade. Por isso, este será o primeiro aspecto que abordaremos rumo à diagonal oposta de nossa discussão. “No começo é a relação” (ET 20), aponta-nos Buber, pois, desde o início de nossas vidas, só existimos porque, antes, já havia o Tu. Mas adverte para “que ninguém tente debilitar o sentido da relação: relação é reciprocidade” (ET 09).
Esta advertência parece indicar o que mais facilmente encontramos nas relações humanas: falta-nos o sentido da reciprocidade, qual seja, a aniquilação de toda desigualdade existente entre os pólos relacionais. Isto se dá pois, de acordo com a cristalização da subjetividade, o homem se vê de tal forma auto-centrado que se torna incapaz de vislumbrar o Outro como seu semelhante ¾ palavra esta perigosa, pois indica o diferente que não nos difere tanto assim, longe ainda de ser o Mesmo.
Conceber que de fato o Outro nos precede é uma atividade por demais difícil para nós, mas não impossível. Ainda que nossa atitude mais comum seja a de coisificá-lo, tomá-lo como nosso bem, temos a possibilidade de, através da totalidade do Ser, alcançarmos uma relação de igualdade com o Outro. Buber afirma que “o mundo é duplo para o homem, segundo a dualidade de sua atitude”(ET 03). O que se dá devido a dupla possibilidade que o homem apresenta para se relacionar com o Outro: seja através da objetivação arrogante da experimentação e da ausência da totalidade do Ser (configurando a relação Eu/Isso); seja de uma forma respeitosa da co-vivência, que só se possibilita pela presença do Ser como um todo (relação Eu/Tu).
Aqui evidencia-se a oposição entre experiência e relação. Diz Buber: “Eu não experiencio o homem a quem digo Tu. Eu entro em relação com ele... A experiência é o distanciamento do Tu” (ET 10). Não podemos, do Tu, extrair experiência alguma. Não podemos experienciá-lo, posto que o Eu e o Tu só se relacionam via a totalidade de seus seres. O que nos diz que nada se pode saber em parcial de nosso Tu; podemos somente saber tudo a seu respeito.
A totalidade do Ser é o que caracteriza a relação respeitosa do Eu com seu Tu, é o que propicia o encontro. De modo algum tal encontro constitui-se de um movimento dialético, onde a positividade do Eu se colide com a negatividade do Tu a fim de formar, através dessa supressão (Aufhebung), o conceito de Espírito (Eu que é nós, nós que é Eu). Não se trata da fórmula hegeliana encontrada na Fenomenologia do Espírito, mas sim de um movimento dialógico. A dialética do desejo de Hegel é fruto da relação Eu/Isso, da vontade de fazer prevalecer sobre o Outro a vontade do Eu, fato este que, para Buber, não apresenta de forma alguma a manifestação do eros. O encontro precisa ser pacífico e espontâneo: não é o Eu quem busca o Tu, mas este que, voluntariosamente, se lhe apresenta; não há relação verdadeira enquanto uma relação seja aspirada. Entretanto, no exato momento em que o Eu depara-se com o Tu, já sabe que este é seu Tu ¾ aí só lhe resta o relacionar-se.
A relação tece-se em escolher e ser escolhido: é, ao mesmo tempo, ação e paixão, ainda que mais se assemelhe a uma passividade (fato que, para nós, mostra-se de extrema importância, por configurar esta amistosidade como fundamento de toda relação). Caímos, aqui, numa armadilha da retórica? Primeiro afirmamos que, para que seja compreendida a amizade, faz-se necessário o estudo do respeito à alteridade. Depois afirmamos que, para que haja o respeito à alteridade, necessita-se de um sentimento amistoso. Como isto é possível?
Somente através de uma saída: a definição de vida, para Buber, é encontro. O Eu só se realiza como Eu neste encontro com o Tu; o Eu só se torna Eu quando diz “Tu”, o que só ocorre porque, em sua totalidade, a relação do Eu com o Tu é imediata. Diante disto, todos os meios tornam-se supérfluos.
“Entre o Eu e o Tu não se interpõe nenhum jogo de conceitos, nenhum esquema, nenhuma fantasia; e a própria memória se transforma no momento em que passa dos detalhes à totalidade. Entre o Eu e o Tu não há fim algum, nenhuma avidez ou antecipação; e a própria aspiração se transforma no momento em que passa do sonho à realidade. Todo meio é obstáculo. Somente na medida em que todos os meios são abolidos, acontece o encontro” (ET 13).
*
Esta discussão ontológica sobre a relação, em Martin Buber, encontra em Lévinas uma consolidação mais ética ¾ o que nos importa ao extremo, para que possamos prosseguir na indicação que Derrida nos apontara. Lévinas, como leitor de Buber e Heidegger, visa a uma filosofia que, para além da ontologia dialógica e da analítica existencial, converta-se em uma ética fenomenológica. Por isso, as discussões sobre a totalidade do Ser, do Ser como abertura e da duplicidade relacional ganham, agora, a dimensão do rosto de outrem.
Este rosto representa a concretude da relação, o Outro-concreto que se apresenta frente ao Eu. E é justo em face a este rosto que localizamos a ética, a política, a religião (e... a amizade). “A proximidade do Outro é significância do rosto” (EN 193), diz Lévinas, proclamando o chamado que o Eu sofre no intuito de que se apresente e cumpra seu papel de Outro frente a um outro Eu.
Tal chamado, Buber já evidenciara. Isto Lévinas não nega e, pelo contrário e com todo o respeito, afirma que “aquele que andou sobre o terreno de Buber deve obrigação de fidelidade a Buber, mesmo que não soubesse onde se achava” (EN 162). Mas não sendo em absoluto este o seu caso, sabendo muito bem onde pisava, Lévinas encontrou neste referido solo o fundamento necessário à edificação de sua ética. Na deposição pelo Eu da sua soberania de Eu surge a ética relacional, na perda de sua tautológica certeza-de-si e na adoção de uma postura humilde frente ao mundo surge a responsabilidade ¾ o conceito principal para que se compreenda a amizade.
Ao pensarmos em responsabilidade, esbarramos, segundo a ética levinasiana, na questão dos chamados “Direitos Humanos”, o outro lado da moeda lançada por Derrida e, possivelmente, pré-condição para pensarmos os “Deveres”. Descobrir que o homem possui direitos (que, em última instância, significa criar direitos) é descobrir que há diferenças extremas entre os homens existentes: nível social, força física, intelectual e moral, virtudes e defeitos, raças, opções sexuais, etc. Mais ainda, a descoberta dos “Direitos Humanos” reforça na legalidade aquilo que deveria livremente existir, obriga tal pré-disposição amistosa frente ao outro, cumpre legalmente o papel da totalidade. Na realidade, o “Direito Humano” denuncia a desumanidade, a coisificação do Outro e a arrogância do Eu, conquanto vise, pela força bruta, tornar efetivo o que deveria dar-se espontaneamente, como instância da consciência.
A legislação dos direitos pode, e deveria, basear-se em uma lei-única: “o direito à independência ou à liberdade de cada um, reconhecida por cada um” (EN 263) ou, se quisermos pensar mais originalmente, no imperativo bíblico “ama teu semelhante como a ti mesmo”. Ambos os apelos, se tomados sob o livre-arbítrio, estabelecem uma ordem de urgência para os direitos concretos do homem, através da elaboração de uma ordem humana da liberdade. No entanto, esta liberdade não pode vir a ser, ela própria, limite à liberdade, como se a liberdade implicasse necessidade ou obrigação. Mas o que quer dizer o dever ser deste direito?
Esta resposta Lévinas não nos oferece. Contudo, ele nos apresenta as armas necessárias para prosseguirmos em nossa busca, como o des-inter-essamento da bondade ou bondade como transcendência. “Bondade, virtude infantil; mas já caridade e misericórdia e responsabilidade para com outrem... Bondade para com o primeiro que vem, direito do homem. Direito do outro homem antes de mais nada” (EN 266).
*
A questão da responsabilidade como fundamento da amizade, se vista pelo direito do Outro, traz consigo o dever do Eu, alcançando, neste ponto, aquilo que Derrida pareceu nos apontar todo o tempo: a amizade depende do respeito à alteridade, de que se conheça o direito do Outro, de que se saiba o próprio dever. Porém em que consiste esse dever, já denunciado duplo?
Quando pensamos em responsabilidade, logo associamos ao fato de ser responsável por algo ou por alguém, portanto à obrigação. Dessa forma, ser responsável é estar obrigado a alguma coisa ou a alguma pessoa; seria, discretamente, sinônimo de dever. Por definição, a responsabilidade, a princípio, seria caracterizada por uma obrigação moral de A em relação a B por dever. Entretanto, sabe-se, dever implica dívida, o que selaria o silencioso pacto da responsabilidade ¾ algum sentimento implícito de gratidão ou culpa sustentaria a relação de A e B. Mas será que poderíamos nós, tão friamente, restringir o sentido da responsabilidade ao patamar do pacto grato ou culpado? Será que a responsabilidade seria tão-somente um retorno obrigatório a algo ou alguém?
Sabemos que não. Em Paixões, Derrida afirma que “um gesto de amizade ou de cortesia não seria nem amigável nem cortês se obedecesse pura e simplesmente a uma regra ritual” (P 13). Devemos, então, para compreendermos o real significado da amizade, pensar no que está por detrás da primeira definição que encontramos para responsabilidade, pensar no seu substrato fundamental, qual seja, a noção de dever. Esta noção funda a concepção econômica da responsabilidade, a mais corrente. Nela A deve algo a B, A possui uma dívida para com B (o que nos diz que, em algum momento, B ofereceu, emprestou ou deu algo a A). De algum modo, B foi útil a A, e agora, pela necessidade de retornar a B seu uso, A se sente obrigado, muito obrigado.
Todavia, pela sutileza do dever, pelo pacto silencioso que envolve A e B, esta obrigação não declarada leva a discussão da responsabilidade na amizade para o campo da duplicidade: como saber se podemos ou não (ou devemos ou não) responder por algo ou por alguém (conquanto estejamos moralmente endividados com isto ou este)? Como vimos, por sua sutileza, por ser um segredo da cortesia, a responsabilidade não pode ser apenas uma resposta ao dever, não pode obedecer somente a uma norma da obrigação. Esta obrigação poria um fim, logo de início, a toda beleza e sinceridade existentes no ser responsável, caracterizando tão pura e somente uma res-posta imposta frente ao tribunal da moralidade. Não se deve ser responsável só por dever ¾ mas sabemos que, de alguma forma (ainda que jurídica), há um dever: o dever de agir não só por dever.
E a dúvida derridiana nos assola: “Como um tal dever, um tal contra-dever, nos endividaria” (P14)? Alcançamos, aqui, o mistério da amizade. Mistério este tão vertiginoso que nos obriga a uma aproximação cautelosa de nossa discussão. Sabemos que não devemos, de modo algum, tentar afastar a duplicidade do dever nem neutralizar a ambigüidade da responsabilidade; e sim tirar proveito destas características a fim de enriquecer ao máximo nossa discussão e manipular seu sentido equívoco em nosso favor ¾ pois já vimos que assim caracteriza-se nossa abordagem oblíqua, através desta hermenêutica do fenômeno.
Devemos, sim, buscar uma resposta, talvez não a única possível (e possivelmente não), mas a única que, a nós, pareça impossível de não ser trilhada por, justo, seguir a própria demanda da palavra, por obedecer ao absoluto apelo da linguagem. Responsabilidade é, literalmente, o ato de responder por, de “assumir por um outro, no lugar, em nome de um outro ou em seu nome como outro, frente a um outro, e um outro do outro, a saber, o inegável mesmo da ética” (P18). A responsabilidade é sempre exercida em nosso nome como em nome do outro, no ato de usar as próprias palavras em lugar das palavras de outro, de assinar o nome do outro (o que, sabemos, necessita de prévia procuração legal). Como, no nosso caso, estamos obrigados com nossa resposta, como somos responsáveis por uma definição de amizade e como devemos assinar esta discussão, não vemos outra forma de fazê-lo senão segundo este pacto (ou procuração) acordado pelo dever.
“Quanto ao ‘é preciso’ da amizade, assim como ao da cortesia, não basta dizer que ele não deve ser da ordem do dever. Ele nem mesmo deve assumir a forma de uma regra... Sua regra é que se conheça a regra, sem nunca se ater a ela... em respeito a ela” (P 14-15). Esta é a regra da amizade. Temos, então, uma regra? Esta é, no entanto, a moral da estória, pelo menos da nossa ¾ ainda que, ampliada, possa servir de moral a muitas estórias, tantas quantas forem as relações amistosas possíveis entre A e B ¾ ao passo em que define o próprio dever da amizade.
Contra a lógica econômica da responsabilidade (onde, por ter usado B, A se vê endividado) e a favor de um sentimento amistoso (que passa mais pelo cuidado que A tem com B), defendemos que, por saberem estar em relação um com o outro, os dois lados da relação se co-pertencem: ambos caminham, frente à moral, como sócios na palavra, onde a assinatura de qualquer um dos dois pode responder pela relação como um todo.
A não é responsável por B apenas porque manda a lei, nem por gratidão ou por culpa. Não há responsabilidade por dívida moral, ao menos não há nada de responsável nisto. O dever do não dever, do dever nada, o dever amistoso, porquanto espontâneo, é fruto do mais alto grau da responsabilidade, do mais verdadeiro. Nele, podemos ver que é falta de responsabilidade ser apenas responsável, ser responsável por mera responsabilidade. O discurso tradicional (que ouvimos desde cedo) que nos obriga a sermos responsáveis, não trata de respeito, sim de regra. Este discurso da responsabilidade é, em nossos termos, irresponsável por, simplesmente, não responder às demandas do próprio sentido do responder por.
Ser amigo de alguém, portanto, implica ter a possibilidade de responder por este alguém, de conferir-lhe nossa assinatura por desejo espontâneo, por respeito ou amor. “Tem-se sempre, dever-se-ia ter sempre o direito de não responder, e essa liberdade faz parte da própria responsabilidade, isto é, da liberdade que se acredita dever sempre associar a ela” (P 29), mas sempre segundo a reciprocidade, segundo o depósito de confiança que surge com a relação entre dois seres.
Amizade, assim, significa cuidado, responsabilidade e respeito com aquele que se relaciona conosco. Este sentido, se entendido em sua simplicidade, se respeitado em sua radicalidade, pode facilitar em muito as relações que encontramos em nossas vidas. Ainda acreditamos na possibilidade de agirmos corretamente. Mais ainda: acreditamos, inacreditavelmente, que agiremos assim segundo nossa própria vontade. Repetimos: tanto na amizade quanto na cortesia, há sim um duplo dever.

Portugues

Portugues
-------------------------------------Na aula de hoje falamos sobre morfologia !
-----------Adjetivo-que qualifica o sujeito e dar um tipo de complemento que o faz parte..
-----------adverbio,verbo,pronome,substantivos,artigo e numeral
-----------Exemplos : Fui correr na orla
________________fui e correr sao verbos o na e a preposiçao e a orla e o substantivo que a frase demonstra o que ocorre....
---------------Ele esta muito nervoso !ele e pronome esta e verbo muito e artigo e nervoso e o adjetivo que exprime ao sujeito!

terça-feira, 1 de junho de 2010

historia

dolf Hilter, ditador alemão, nasceu em 1889 na Áustria. Filho de Alois Hitler e Klara Poezl, alistou-se voluntariamente no exército bávaro no começo da Primeira Guerra Mundial. Tornou-se cabo e ganhou duas vezes a Cruz de Ferro por bravura. Depois da desmobilizaçãodo exército, Hitler associou-se a um pequeno grupo nacionalista, o Partido dos Trabalhadores Alemães, que mais tarde se tornou o Partido Nacional-Socialista Alemão (nazista). Em Viena, ele havia assimilado as idéias anti-semitas (contra os judeus)que, insufladas por seus longos discursos contra o Acordo de Paz de Versalhes e o marxismo, encontraram terreno fértil em uma Alemanha humilhada pela derrota. Em 1921, tornou-se líder dos nazistas e, dois anos mais tarde, organizou uma malograda insurreição, o "putsch" de Munique. Durante os meses que passou na prisão com Rudolph Hess, Hitler ditou o Mein Kampf (Minha Luta), um manisfesto político no qual detalhou a necessidade alemã de se rearmar, empenhar-se na auto-suficiência econômica, suprimir o sindicalismo e o comunismo, e exterminar a minoria judaica.

Português

Português

Se - Índice de indeterminação do sujeito:
Indica que o sujeito não está determinado na oração.
Acompanha verbos intrasitivos e transitivos indiretos sempre na 3 pessoa do singula. Exemplos:

> Clama -se por mais respeito ás leis do país
> Vive -se bem no campo.

Se - Partícula apassivadora: Indica que o sujeito é o paciente, sofre a ação verbal.Acompanha verbos transitivos diretos e trasitivos indiretos.Exemplos:

>Discute -se o direito de greve.
>Deu-se um presente ao menino.

Observe que há uma semelhança entre a estrutura em que o se atua como partícula apassivadora e a estrutura em que o se atua como índice de indeterminação do sujeit. Em ambos os casos, o agente do processo verbal está indeterminado.

Quando o se funciona como partícula apassivadora, é posssível transformar a voz passiva sintética em voz passiva analítica. Exemplo:

>Constroem -se casas no interior.(voz passiva sontética)
>Casas são construídas no interior.(voz passiva analítica)

Quando o se funciona como índice de indeterminação do sujeito, não é possível a conversão´para a voz passiva analítica. Exemplo:

>Trabalha -se muito no interior.(voz ativa) (Se) índice de indeterminação do sujeito

Se - Pronome reflexivo: Indica que o sujeito é ao mesmo tempo agente e paciente da ação verbal. Na prática, pode ser substituído pela expressão a si mesmo (s). Exemplos:

>Os jovem se inscreveram no Prêmio Jovem Cientista.
>O jovem se vestiu mais rápido naquela manhã.

OBS: O pronome se pode ser empregado nas orações como índice de indeterminação do sujeit, partícula apassivadora e pronome reflexivo.

Se - Índice de indeterminação do sujeito:
Indica que o sujeito não está determinado na oração.
Acompanha verbos intrasitivos e transitivos indiretos sempre na 3 pessoa do singula. Exemplos:

> Clama -se por mais respeito ás leis do país
> Vive -se bem no campo.

Se - Partícula apassivadora: Indica que o sujeito é o paciente, sofre a ação verbal.Acompanha verbos transitivos diretos e trasitivos indiretos.Exemplos:

>Discute -se o direito de greve.
>Deu-se um presente ao menino.

Observe que há uma semelhança entre a estrutura em que o se atua como partícula apassivadora e a estrutura em que o se atua como índice de indeterminação do sujeit. Em ambos os casos, o agente do processo verbal está indeterminado.

Quando o se funciona como partícula apassivadora, é posssível transformar a voz passiva sintética em voz passiva analítica. Exemplo:

>Constroem -se casas no interior.(voz passiva sontética)
>Casas são construídas no interior.(voz passiva analítica)

Quando o se funciona como índice de indeterminação do sujeito, não é possível a conversão´para a voz passiva analítica. Exemplo:

>Trabalha -se muito no interior.(voz ativa) (Se) índice de indeterminação do sujeito

Se - Pronome reflexivo: Indica que o sujeito é ao mesmo tempo agente e paciente da ação verbal. Na prática, pode ser substituído pela expressão a si mesmo (s). Exemplos:

>Os jovem se inscreveram no Prêmio Jovem Cientista.
>O jovem se vestiu mais rápido naquela manhã.

OBS: O pronome se pode ser empregado nas orações como índice de indeterminação do sujeit, partícula apassivadora e pronome reflexivo.

fazer Opinião sobre texto.

quarta-feira, 26 de maio de 2010
Artigo de como fazer Opinião sobre texto.
Português

Você já tem uma opinião sobre um assunto, como todo mundo tem. Mas, para escrever será preciso levantar tudo o que foi publicado sobre ele, obter o maior número de informações a respeito dele, ler outras opiniões sobre o assunto (contrárias ou não a ele). Uma afirmação falsa que você apresentar no artigo pode ter um efeito contrário da sua intenção, que é convencer o leitor de que sua opinião faz sentido, por isto é tão importante esse levantamento.

Você também deve saber estruturar seu texto: comece com uma idéia geral, de sentido comum, algo que todos já sabem, para que o leitor possa ter intimidade com o assunto. Por exemplo "Nestas últimas semanas, o país ficou chocado com a morte da menina Isabella". Ora, isso é óbvio, não é novidade, mas o leitor verá que o texto está próximo dele. Este tipo de frase faz parte da INTRODUÇÃO do texto. Nesta introdução, não vale ainda opinar, mas apenas situar o leitor no assunto. A introdução não pode ter um parágrafo muito grande, ela tem de ser mais ou menos rápida.

A seguir vem o DESENVOLVIMENTO, e aí você vai poder misturar suas opiniões com os dados que você recolheu sobre o assunto. Você pode citar o que já disseram, se tiver mais espaço e mais tempo para fazer. Caso não tenha, use o que você leu e dê uma cara própria ao texto. A parte do desenvolvimento também pede seu raciocínio crítico. Nunca use a emoção para escrever, sempre seja centrado, não se exalte. A emoção pode comprometer a seriedade que a opinião deseja.

A CONCLUSÃO é feita com dicas suas para que algo possa melhorar, ou para que seja evitado o que aconteceu, você pode manifestar seus temores e seu otimismo. É uma nota para o futuro (pode ser otimista ou pessimista, dependendo do seu humor, mas nunca se exalte, como eu disse).

Ciências

Ciências

nutrientes-necessarios-para-um-corpo-saudavel.jpg
A alimentação é um fator fundamental para conseguir ter um corpo saudável, ela garante todos os nutrientes necessários para manter o organismo funcionando corretamente. Uma pessoa que não tem hábitos alimentares corretos, fica mais vulnerável a doenças e não tem um bom nível de produtividade.

O corpo humano é bastante complexo, tem carência de vários nutrientes para que os órgãos sejam capazes de realizar suas funções. Assim, precisamos ingerir alimentos que apresentem vitaminas, cálcio, potássio, proteínas, carboidratos e tantos outros nutrientes que colaboram com a saúde.

Matemática

Matemática

(x + y) . (x + y) = (x + y)² > Quadrado da soma
(x - y) . (x - y) = (x - y)² > Quaddrado da diferença
(x + y) . (x - y) > Produto da soma pela diferença

um exemplo:

(x + y) . (x + y) = x² + xy + xy + y²
x² + 2xy + y²

Ex: (3x + 1)² =
(3x)² + 2 . 3x . 1 + 1² = 9x² + 6x + 1

Postado por IUPE às 15:25 0 comentários
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Artigo de como fazer Opinião sobre texto.
Português

Você já tem uma opinião sobre um assunto, como todo mundo tem. Mas, para escrever será preciso levantar tudo o que foi publicado sobre ele, obter o maior número de informações a respeito dele, ler outras opiniões sobre o assunto (contrárias ou não a ele). Uma afirmação falsa que você apresentar no artigo pode ter um efeito contrário da sua intenção, que é convencer o leitor de que sua opinião faz sentido, por isto é tão importante esse levantamento.

Você também deve saber estruturar seu texto: comece com uma idéia geral, de sentido comum, algo que todos já sabem, para que o leitor possa ter intimidade com o assunto. Por exemplo "Nestas últimas semanas, o país ficou chocado com a morte da menina Isabella". Ora, isso é óbvio, não é novidade, mas o leitor verá que o texto está próximo dele. Este tipo de frase faz parte da INTRODUÇÃO do texto. Nesta introdução, não vale ainda opinar, mas apenas situar o leitor no assunto. A introdução não pode ter um parágrafo muito grande, ela tem de ser mais ou menos rápida.

A seguir vem o DESENVOLVIMENTO, e aí você vai poder misturar suas opiniões com os dados que você recolheu sobre o assunto. Você pode citar o que já disseram, se tiver mais espaço e mais tempo para fazer. Caso não tenha, use o que você leu e dê uma cara própria ao texto. A parte do desenvolvimento também pede seu raciocínio crítico. Nunca use a emoção para escrever, sempre seja centrado, não se exalte. A emoção pode comprometer a seriedade que a opinião deseja.

A CONCLUSÃO é feita com dicas suas para que algo possa melhorar, ou para que seja evitado o que aconteceu, você pode manifestar seus temores e seu otimismo. É uma nota para o futuro (pode ser otimista ou pessimista, dependendo do seu humor, mas nunca se exalte, como eu disse).
Postado por IUPE às 15:17 0 comentários
Vitaminas e Nutrientes para o nosso Corpo
Ciências

nutrientes-necessarios-para-um-corpo-saudavel.jpg
A alimentação é um fator fundamental para conseguir ter um corpo saudável, ela garante todos os nutrientes necessários para manter o organismo funcionando corretamente. Uma pessoa que não tem hábitos alimentares corretos, fica mais vulnerável a doenças e não tem um bom nível de produtividade.

O corpo humano é bastante complexo, tem carência de vários nutrientes para que os órgãos sejam capazes de realizar suas funções. Assim, precisamos ingerir alimentos que apresentem vitaminas, cálcio, potássio, proteínas, carboidratos e tantos outros nutrientes que colaboram com a saúde.
Postado por IUPE às 15:06 0 comentários
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A crescente onda de criminalidade no mundo, a descrença de reabilitação por parte do criminoso, o sistema penal falido e gerando grande reicindência criminal, crimes cada vez mais violentos e com requintes de crueldade, nos levam a crer que o único jeito possível para a população seria a Pena de Morte.

Não só nosso país, mas o mundo todo, tem sido vítima de uma violência institucionalizada, que parte das altas esferas e pressiona até os mais humildes. A criminalidade se tornou uma coisa banalizada, pois assim fica difícil de punir o agente infrator.

Existem vários defensores da pena capital, muitos deles conhecidos por suas participações na história mundial. Podemos citar vários nomes, como Teodósio, o Grande; Santo Tomás de Aquino; Hegel; Kant; o Papa Inocêncio III; Carlos Magno; Bodin; Feubarch; dentre muitos outros.

Nesse ínterim, podemos dizer que o Estado tem plena legitimidade para deter o poder sobre a pena de morte, pois se tal Estado tem legitimidade para delegar a qualquer indivíduo o direito de matar em estado de necessidade, legítima defesa, estrito cumprimento do dever legal e exercício regular de direito, e em causas que excluem a ilicitude, além das que excluem a culpabilidade, tem também o direito de executar (matar), através do devido processo legal, com a amplitude do contraditório e da defesa.

O crime de privação de liberdade que leva o condenado a ficar muito tempo preso, nada mais é que uma tortura para o apenado, pois a muito se sabe que as prisões são verdadeiras escolas de bandidos, não ressociabilizam ninguém e na maioria das vezes o condenado sai pior do que entrou.

A sociedade é beneficiada com a eliminação física desses terríveis criminosos, sendo que outros criminosos vão se sentir intimidados pela adoção desse tipo de pena, pois o preso sente falta de sua liberdade de seu ?poder? intimidatório, e a todo custo vai lutar para tê-lo de volta, ficando assim o único meio possível para o preso irrecuperável a adoção da pena de morte.

A pena de morte é o mais temível dos castigos, pois é suficientemente atestada pela sua presença em todos os códigos de Justiça Militar e pelo seu reaparecimento em todos os países onde as circunstâncias fizeram admitir a necessidade de uma política de intimidação com os criminosos.

Assim, para as infrações de trânsito são comuns as multas administrativas, para os crimes hediondos em sua acepção, seria comum adotarem a pena capital, pois de pleno direito estaria o Estado legitimado a defender a sociedade.

Pois como defender a vida de um assassino, se este não respeitou a vida de suas vítimas. Qual tratamento deve ser dado a quem não quer tratamento, ou seja, o preso que não quer ser ressociabilizado deve ser mantido preso eternamente, e as custas do Estado.

Hora, quando mudamos a pena de morte pela de prisão perpétua , estamos diante de um ato totalmente impraticável e intolerável, ou seja, ao executarmos a prisão com muito rigor, estaremos diante de uma tortura ao condenado, mas por outro lado se aplicarmos com menos rigor, tal pena perderia sua utilidade para o apenado.


E você é a favor sim ou não ?

Artes

Artes

A década de 80 foi um período florescente para as artes. Os jovens pintores sentiam-se excitados com a perspectiva do próximo século e, adoptando novas e científicas teorias da cor, procuravam criar um estilo moderno que expressasse bem essa nova época. Seurat não foi excepção, dedicou-se à técnica do impressionismo, assim como ao estudo da teoria da cor e à óptica.

Georges Seurat contribuiu para a pintura francesa ao introduzir uma técnica mais sistemática e científica, chamada divisionismo ou pontilhismo a que ele chamou Pintura Óptica. A técnica consiste em separar as cores nas suas componentes, de maneira que, em vez de serem misturadas como pigmentos e aplicadas à tela, são, desde que as vejamos à distância certa, misturadas pelo olhar.

A técnica do divisionismo utilizada por Seurat deu origem ao neo-impressionismo e foi extensivamente utilizada na arte do século XX. Pode-se dizer que a teoria do divisionismo foi o precursor da televisão e da imagem digital.
Tal como Modrian eLeonardo da Vinci, Seurat também recorreu à técnica da simetria dinâmicausando rectângulos de ouro nas suas pinturas

Produtos Notáveis Matemática

deived

segunda-feira, 31 de maio de 2010
Produtos Notáveis
Matemática

basicamente vou dividir por uma base simplificada da expressão. por exemplo:x4+x2-x+5=0 Fatorando isso teremos que:x(x3+x-1) <--- A constante "5" não tem relevância neste processo. dividindo esse polinômio pelo simplificado vc encontrará a função resultante. Outra forma e mais simples é por meio de Derivação, desta maneira teríamos:4x3+2x-1. Isso lhe indica o ponto que tangencia a curva da reta no gráfico no exato momento avaliado!
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
Milton Santos
Geografia

O baiano Milton Santos nasceu na região da chapada Diamantina.A família de classe média,e tanto o pai como a mãe eram professores primários.

Ingressou na faculdade de direito e atuou na política estudantil, chegando a ser eleito.

em 1956, foi convidado pelo professor Jean Tricart a realizar seu doutorado em Estrasburgo (França). Tendo viajado pela Europa e pela África, publicou em 1960 o estudo *Mariana em Preto e Branco*. Após o doutorado (com tese *O centro Da Cidade De Salvador*)regressou para o Brasil.

Em 1977, retornou ao Brasil, trazendo já completa a obra *Por uma Geografia Nova*. Começou, então um período difícil. atuou como consultor e professor assistente e realizou trabalhos esporádicos até que, em 1984, conseguiuo posto de professor titular na Universidade De São Paulo ( USP).

Produtos Notáveis Matemática

deived
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Produtos Notáveis
Matemática

basicamente vou dividir por uma base simplificada da expressão. por exemplo:x4+x2-x+5=0 Fatorando isso teremos que:x(x3+x-1) <--- A constante "5" não tem relevância neste processo. dividindo esse polinômio pelo simplificado vc encontrará a função resultante. Outra forma e mais simples é por meio de Derivação, desta maneira teríamos:4x3+2x-1. Isso lhe indica o ponto que tangencia a curva da reta no gráfico no exato momento avaliado!
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
Milton Santos

A língua inglesa

A língua inglesa é importante por ser primeiramente a lingua mais utilizada no mundo.ela também é utilizada em vários países por ter grande influência por ex:Brasil contém empresas com nomes estrangeiros do tipo shopping,lan house mac donald's e assim vai....
A língua inglesa no brasil influência muito no currículo pois é prioridade as empresas dão mais valor a quem sabe falar outra língua principalmente o ingles pois é a lingua mais trabalhada.
Como os paises mais desenvolvidos como EUA,Inglaterra,Canadá entre outros não tem somente a lingua mais como seus produtos são mais valorizados.

Teoria da Evolução

..
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Teoria da Evolução
Uma nova variedade de mosquitos modificados geneticamente para não voar deve refrear a transmissão do vírus da dengue, segundo um estudo de pesquisadores das universidades de Oxford e da Califórnia.

O experimento, publicado hoje na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences", criou uma variedade de mosquito cujas fêmeas são incapazes de voar devido à interrupção provocada do desenvolvimento das suas asas.

Os machos dessa variedade de sintomas visíveis de sua alteração genética mas, quando se acasalam com fêmeas selvagens, os mosquitos fêmea da geração seguinte já nascem sem poder voar.

Até agora, o experimento só foi realizado em laboratórios, mas se espera que a nova variedade desses insetos possa ser solta à natureza em 2011.

Segundo indicou Luke Alphey, pesquisador da empresa Oxford Insect Technologies (Oxitec) associada à universidade britânica, essa libertação representaria o desaparecimento dos mosquitos nativos entre seis e nove meses.

A febre da dengue, um vírus transmitido pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti, afeta a cada ano entre 50 e 100 milhões de pessoas.

Embora haja estudos em andamento sobre a prevenção e cura da dengue, o uso generalizado de uma vacina contra o vírus ainda levará muitos anos, assegura Alphey. O pesquisador opina que "até então, o controle do mosquito será a única forma de controlar a doença".

"Se reduzirmos o número de mosquitos, poderemos reduzir a transmissão da dengue e com isso a mortalidade de pessoas", ressalta em comunicado outro dos membros do projeto, Anthony James, professor de microbiologia e genética molecular na Universidade da Califórnia.

A proposta dessa equipe representa, além disso, uma alternativa segura e eficiente para combater a dengue frente às inseticidas, "que sempre deixam resíduos tóxicos", acrescenta Alphey.

Os pesquisadores destacaram também que todos os habitantes das áreas tratadas se beneficiariam com a medida, e concordam na possibilidade de aplicá-la a outros espécies de mosquitos transmissores de doenças como a malária ou a febre do Nilo Ocidental.

Os países com mais casos de dengue registrados entre 1995 e 2008 foram Brasil, Colômbia, El Salvador, Nicarágua, Guatemala, Honduras, México, Peru e Venezuela. Além disso, a doença se difundiu consideravelmente nos últimos cinco anos na Argentina, Bolívia, Costa Rica e Paraguai.

Ásia

Ásia

O continente ásiatico é o mair continente do mundo com mais de 45 milhões de km2°
ele e o continente europeu abrigam o maior pais do mundo que e a Rússia entretanto a mair parte da Rússia está no continente ásiatico porem ela é a parte mais desabitada devido o frio que faz e as regiões montanhosas a Rússia vai de leste a oeste tendo 9 fuso horarios diferentes somente no pais.
O Relevo predominante na Rússia é a Tundra devido a massa de ar frio que vem do polo norte só que devido as regiões montanhosas no centro a Rússia impede que a massa de ar frio chegue ao centro do continente ásiatico na Rússia o inverno pode chegar a durar 9 meses
O continente ásiatico é o continente mais populoso do mundo.apenas na China e na India ha mais de 3bilhões de habitantes a ásia tambem é o continente onde as cidades mais se desenvolve do mundo. a ásia é o unico continente a fases fronteira com dois continentes sendo eles Africa e Europa.
Na ásia as suas florestas estão gravemente devastada tando que hoje a menos de 30% de florestas intactas na asia.
Na ásia a um grande deseguilibrio no consentramento da população elas ficam acumuladas nos litorais dos paises e a menor parte da população encontra-se no centro da ásia.

René Descartes

René Descartes

Filosofo e matematico francês,estudou filosofia e direito foi aluno exemplar e na sua juventudo engressou na carreira militar e viajou por diversos paises.ele publicou as suas obras tardiamente mais quais se trata de fisica,maatemática,medicina,matafisica e moral.Considerado o principal filosofo moderno da sua época e ele desenvolveu um método de pensamento inspirado na clareza e rigor dos procedimentos matematicos,introduziu o cogito,a consiência pensante,no método filofico e deu um papel metodológico para a dúvida e o cetismo.Uma pesquisa que realmente encontre provas confiaveis é aquela que sempre duvida da sua origem ou seja nunca tem sertesa até que ele mesmo prove que realmente é confiavel.
René Descartes viveu de 1596 e morreu em 1650 com 54 anos de vida

Alotropia

Alotropia

Certos elementos quimicos possuem a propriedade de formar substâncias simples diferentes.Essa propriedade é denominadea alotropia.
Como exemplos de elementos quimicos com essa propriedade,podemos citar o carbono e o oxigênio.
O Carbono possui duas formas de alotrópicas distintas:grafita e diamante.Essas duas substancias,á primeira vista,parecem não ter nada em comun. A grafita é um sólido macio e cinzento,com fraco brilho metálico,conduz bem correntes elétricas e calor.
O Diamante,por sua vez,é sólido,o mais duro de todos,tem brilho,não conduz corrente elétrica nem calor.
A diferença entre as duas formas alotrópica está no arranjo cristalino dos átomos de carbono.Na grafita cada átomo é ligado em apenas três outros átomos de carbono,em lâminas planas,fracamente atraidas umas pelas outras.NO diamante,cada átomo de carbono está ligado a quatro outros átomos também de carbono.

Alotropia no Oxigênio possue duas formas alotrópicas que diferem quanto á atomicidade,ou seja,quanto ao número de átomos que forman cada mólecula.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Historia 18/05/2010

Facismo

O Facismo era liderado por Mussolini na Itália e seu principal proposito era restaurar a honra que tinha o imperio romano que foi praticamente dona do mundo inteiro...
As principais caracteristicas do Facismo eram Culto á personalidade do chefe,Intervenção direto nas associações de classe,Militarismo,Uso extensivo de propaganda,Discurso de forte apelo emocional,Censura a imprensa,Desejo de restaurar a glória romana,Doutrina maciça da juventude,Fim das divergências entre estado e igreja,Repressão de opositores e Marcha sobre Roma.
Nessa marcha sobre Roma Mussolini invadiu-a sem disparar nem um tiro e nem ferir nem um soldado pois o rei da Itália na época ordenou que ninquem fisesse nada contra o Facismo e deu a Musolin o cargo de Governante Militar.Ele se livrava de opositores rapidamente pois mandava execultalos e oprimia o seu povo um deles eram estudantes que ne um protesto que fizeram foram reprimidos a bala por ordem de Musolin ou seja no seu governo Facista protesto era crime Mussolini com o tempo chegou ao poder total sobre a Itália e em 1929 mandou que suas tropas invadissem a Entiopia.
Facismo significava Fascio que em Itáliano significa feixo de váras ou seja era o simbolo do imperio Romano que era orgulho para os Italianos saberem que um dia eles foram "donos do mundo".
Mussolini era um lider militarista pois o seu periodo de governo era um regime militar.

qumica e fisica

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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Quimica e Fisica III 24/05/2010

Separação dos componentes das misturas heterogêneas são elas:

Catação:consiste em recolher com a mão ou com uma pinça um dos componente da mistura.

Levigação:Consiste em separar os componentes menos densos dos mais densos ultilizando água corrente.É o processo ultilizado pelos garimpeiros.

Flotação:consiste em colocar a mistura em um recipiente que contenha um líquido de densidade intermediária entre as densidades dos componente sólidos.

Peneiração:consiste em separar sólidos maiores de sólidos menores ou ainda sólidos em suspensão em líquidos.

Separação Magnética:é empregada quando um dos componentes da mistura é o ferro ou outro material magnético.

Separação dos componentes de misturar homogêneas

A deslilaçao simples é usada para separar misturas homogêneas do tipo sólido-liquido,em que a diferença entre o ponto de ebulição dos componentes é bastante acentuada como exemplos dentro de um recipiente contem agua misturada com sal sendo fervida a 100°C Com um ligamento feito para recolher o vapor da água e dentro desse ligamento tenha um refrigerador até chegar a outro recipiente vazio a água dentro do 1° recipiente ira evaporar e passar pelo ligamento onde ela ira ser refrigorada misturada com água fria e finalmente chegara ao 2° recipiente filtrada e sem o sal pois são pontos de ebulição são diferentes por isso o vapor da água se separou do sal e chegou ao outro lado pura.

Quimica e Fisica II 24/05/2010

Misturas

Chamamos de mistura o conjunto formado por mais de um tipo de substância.
Consideremos a água destilada como exemplo ao nivel do mar,pressão de 1 atmosfera,seu ponto de fusão á 100°C e seu ponto de solidificação 0°C.
uando uma amostra de água ao nivel do mar não ferve a 100°C ou não congela a 0°C,é prova de que não é pura.em outras palavra não é apenas água,é uma mistura.

Sistema de Fase de uma mistura é uma parte do universo que se deseja observar ou considerar. Como exemplos de sistemas podemos citar um recipiente com água,um tubo de ensaio que contenha uma mistura qualquer,um pedaço de madeira teremos 2 fases.
Exemplo simplificado temos um recipiente com água e depois jogamos sal dento desse recipiente o Sal lógicamente ira se dissolver dentro do ressipiente e continuaremos a ter uma fase.já se acresentarmos óleo teremos duas fases pois observaremos água e óleo ao mesmo tempo no recipiente em dois niveis diferentes é considerado mistura duas subtâncias ou mais no mesmo local como exemplo água e o óleo.já se obtivermos água pura não teremos uma mistura pois só é composta por uma substancia ou seja a água.

Totalitarismo

Definição

Totalitarismo é um sistema de governo em que todos os poderes ficam concentrados nas mãos do governante. Desta forma, no regime totalitário não há espaço para a prática da democracia, nem mesmo a garantia aos direitos individuais.

No regime totalitário, o líder decreta leis e toma decisões políticas e econômicas de acordo com suas vontades. Embora possa haver sistema judiciário e legislativo em países de sistema totalitário, eles acabam ficam às margens do poder.

Outras características dos regimes totalitários:

- Uso excessivo de força militar como forma de reprimir qualquer tipo de oposição ao governo;
- Falta de eleições ou, quando ocorrem, são manipuladas;
- Censura e controle dos meios de comunicação (revistas, jornais, rádio);
- Propaganda governamental como forma de exaltar a figura do líder.

Como exemplos de totalitarismo, podemos citar os regimes fascistas que vigoraram em alguns países da Europa (Itália, Alemanha, Espanha e Portugal) durante as décadas de 1930 a 1940.

Totalitarismo historia

Totalitarismo é um regime político baseado na extensão do poder do Estado a todos os níveis e aspectos da sociedade ("Estado Total", "Estado Máximo"). [carece de fontes?]
Pode ser resultado da incorporação do Estado por um Partido (único e centralizador) ou da extensão natural das instituições estatais. Geralmente, é um fenômeno que resulta de extremismos ideológicos e uma paralela desintegração da sociedade civil organizada. [carece de fontes?]
O totalitarismo é um regime inserido na 'sociedade de massas', não existindo enquanto tal antes do século XX [carece de fontes?]. São paradigmas na história os regimes totalitários de Adolf Hitler e Josef Stalin, respectivamente na Alemanha e na União Soviética.
O Totalitarismo foi objeto de sátira na obra de George Orwell.

DOCINHOS

DOCINHOS


BEM CASADOS
 Ingredientes
10 ovos inteiros
10 colheres de sopa de açúcar refinado
2 colheres de sopa de farinha de trigo
300 gramas de fécula de batata
raspas de 1 limão grande
Preparo
Bata na batedeira os ovos inteiros com o açúcar por aproximadamente um minuto. Á parte, peneire a farinha de trigo com a fécula de batata e acrescente à primeira mistura, batendo rapidamente com velocidade mínima. Por último, misture as raspas de limão delicadamente. Coloque a massa em duas assadeiras (45x30) untadas e enfarinhadas. Leve ao forno para assar, por aproximadamente, 8 a 10 minutos, em temperatura de 180 graus (forno médio).
Recheio
400 gramas de chocolate branco picadinho
1 lata de creme de leite sem soro
1 colher de sobremesa de manteiga
¼ de xícara de chá de suco e limão coado
raspa de limão à gosto
Preparo
Coloque o recheio, o creme de leite e a manteiga em uma vasilha de vidro e leve ao fogo em banho-maria, mexendo sempre até obter um creme liso e brilhante. Deixe esfriar e reserve.
Montagem
Retire a casca do fundo dos dois bolos. Recheie o fundo de um e cubra com o fundo do outro. Leve para a geladeira por mais ou menos 1 hora. Retire da geladeira e retire a casca da parte de cima. Corte os bem-casados com cortadores redondos nº3 ou nº4. No formato que desejar. Para finalizar, banhe o bem-casado em fondant e deixe secar sobre o plástico. Está pronto o seu bem-casado. Agora é só caprichar no embrulho e torcer para que eles fiquem juntos por muito tempo
AMBROSIA
Ingredientes
1 litro de leite
1 lata de leite condensado
4 ovos inteiros batidos
PreparoColocar em uma panela ½ litro do leite, deixar ferver. A outra metade do leite misturar o leite condensado, mexer e colocar no leite que está fervendo. Espere levantar fervura no fogo baixo, mexendo de vez em quando. Quando ferver, jogar os 4 ovos batidos, não mexer até formar uma crosta mais ou menos dura por cima do leite. Voltar a mexer em fogo baixo por mais ou menos vinte minutos.

Beijinhos
Ingredientes
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de manteiga
1 gema
1 pacote de açúcar cristal
Preparo 
Misture os ingredientes e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, por mais ou menos 15 minutos ou até soltar completamente do fundo da panela.Se não conseguir o ponto poderá colocar uma colher de chá de amido de milho. Geralmente não há a necessidade Faça pequenas bolinhas passe-as pelo açúcar cristal e coloque em forminha de papel colocando um cravo da índia em cada um deles pra enfeitar.

Bombocado da  Audrey
 Ingredientes
2  ovos
1 lata de leite condensado
½ vidro de leite de coco
100g coco ralado
1 colher de chá de fermento em pó
farinha de trigo e manteiga ou margarina para untar a assadeira
açúcar para polvilhar
Preparo
Bata tudo no liquidificador. Coloque em uma assadeira untada e polvilhada  com farinha de trigo, leve ao forno médio por mais ou menos 20 ou 30 minutos.Depois de pronto, polvilhe com açúcar peneirado.

Bombocado da Tia Dina
Ingredientes
5 ovos
3 xícaras  de chá de açúcar
2 colheres de sopa de manteiga
6 colheres de sopa de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento
2 copos de leite fresco
1 pires de coco ralado
1 pires de queijo parmesão ralado
Preparo
Bater muito bem no liquidificador os ovos, o açúcar e a manteiga. Adicione o leite, a farinha de trigo, o coco e  queijo ralado, misturar bem e por  ultimo coloque o fermento e misture bem. Unte muito bem a assadeira com manteiga e polvilhe com farinha de trigo, coloque a massa e leve assar mais ou menos por 20 a 30 minutos (depende do forno) ou até que fique douradinhas.

Brigadeiro
Ingredientes 
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de manteiga ou margarina
3 colheres de sopa de chocolate em pó ou similar.
Preparo 
Misture os ingredientes e leve ao fogo baixo mexendo sempre por mais ou menos 15 minutos ou até que desprenda do fundo da panela Faça pequenas bolinhas e passe-as pelo chocolate granulado e coloque-as em forminhas de papel.

Cajuzinho de Amendoim
Ingredientes
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de manteiga ou margarina
100gs amendoim moído
Preparo
Misture o leite com a manteiga e 50 gramas de amendoim e leve ao fogo, mexendo sempre até desgrudar do fundo da panela. Modele a massa  dando o formato de cajuzinhos, passe-os no amendoim moído coloque em forminhas de papel e enfeite com um amendoim inteiro.

DOCE DE BATATA DOCE
Ingredientes
2kg de batata doce
açúcar
1 vidro de leite de coco
Preparo
Cozinhe, descasque e passe as batatas pelo espremedor. Meça as xícaras de massa de batata para juntar a mesma quantidade de açúcar. Misture e leve ao fogo, mexendo até começar a largar da panela, acrescente o leite
de coco e mexa até dar o ponto de virar a panela e o doce se desprender completamente. Ponha em compoteira.

DOCINHOS DE CENOURA
Ingredientes
4 ou 5 cenouras raladas ou cozidas
açúcar a gosto
2 ou 3 cravos da índia
50g coco ralado
sumo de uma laranja
áçucar cristal para decorar
 Preparo
Coloque em uma panela a cenoura, o açúcar, os cravos e o coco ralado e leve ao fogo,mexendo sempre e adicione de quando em quando um pouco do sumo da laranja. Deixe cozinhar até que apareça o fundo da panela. Depois disso,faça bolinhas, passe-as pelo açúcar cristal e coloque em forminhas de papel.
 Obs.: Se preferir poderá fazer um caramelo e seguir as instruções acima. A única alteração será na cor do doce.

Ingredirentes
1 lata de leite condensado
1 ½ lata  de açúcar
100 gramas de coco ralado
nozes picadas
Preparo
Levar todos os ingredientes ao fogo, até que apareça o fundo da panela. Cuidado pra não deixar açucarar. Se gostar coloque nozes picadas (mas é opcional) Fica muito bom mesmo sem elas. Limpe muito bem o mármore da pia, seque-o e unte-o com manteiga. Coloque a massa tirada do fogo e vá cortando em triângulos ou quadradinhos, como preferir. Coloque em um recipiente bem fechado.

DOCINHO DE COCO-2 
Ingredientes
100g coco ralado
1 lata de leite condensado
½ xícara de chá de mel
1 colher de sopa de manteiga
Preparo      
Misture tudo e leve ao fogo até desgrudar do fundo da panela. Forme bolinhas e passe-as pelo coco ralado.

Ingredientes
1 lata de leite condensado
12 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa de manteiga
1 pitada de sal
Preparo
Misture tudo, leve ao fogo mexendo sempre, até desgrudar do fundo da panela. Quando aparecer o fundo está pronto. Coloque no mármore da pia corte e guarde em recipiente bem fechado.

Mantecao Espanhol
Ingredientes
1 quilo de farinha de trigo
1 quilo de açúcar
1 quilo de gordura vegetal
gotinhas de baunilha (opcional)
Preparo
Peneire a farinha de trigo com o açúcar. Coloque em uma tigela e vá acrescentando aos poucos a gordura misturando muito bem com as mãos, até obter uma massa  bem consistente e homogênea..Se gostar ponha as gotinhas de baunilha (para amenizar o gosto da gordura). Faça bolinhas pequenas, achate-as e coloque em assadeira com pequena distancia entre elas para não grudar uma nas outras, pois elas crescem, e leve ao forno quente até dourarem ligeiramente. Em geral o mantecao é esbranquiçado, por isso não deixe dourar muito. Esta receita dá para 15 dúzias de mantecao. Se quiser quantidade menor é só reduzir as medidas equivalentes.

Moranguinho
Ingredientes
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de manteiga ou margarina
1 folha de gelatina vermelha
1 pacote de açúcar cristal colorido (100 gramas)
Preparo
Misture os ingredientes  leve ao fogo até desgrudar do fundo da anela. Modele os moranguinhos , passe-os por açúcar cristal colorido, coloque em forminhas de papel e decore com cabinhos verdes.

PAÇOCA
Ingredientes
500g de amendoim cru
250g de bolacha tipo amido de milho moída (processador ou liquidificador)
1 lata de leite condensado
Papel filme para envolver 
Preparo
     Pegue o amendoim, coloque numa assadeira e leve ao forno médio para torrar durante 12 minutos. Descasque, triture no processador ou liquidificador, coloque numa vasilha, acrescente a bolacha moída, o leite condensado e misture muito bem. Pegue uma assadeira retangular 30x20 cm, cubra com papel filme, coloque a paçoca, aperte bem e deixe descansar, coberta, de um dia para o outro. Corte na forma desejada.

PAPO DE ANJO
Ingredientes
7 gemas
1 clara de ovo
Açúcar e água para fazer a calda
Preparo
Bata a clara em neve e reserve. Bata as gemas até ficarem fofinhas, junte as claras. Unte forminhas com manteiga ou margarina e encha até a metade. Não coloque mais que essa quantidade pois elas crescem. Leve a assar em forno quente a 180 graus. Com o açúcar e a água faça uma calda grossa. Tire das forminhas os papos de anjo e passe-os nessa calda, colocando-os em uma  tigela. Leve novamente a calda que sobrou ao fogo para engrossar mais, e depois de fria despeje sobre os papos de anjo.

PÉ DE MOLEQUE
Ingredientes
½ kg de amendoim cru e com casca
2 xícaras de chá de áçucar
1 lata de leite condensado
Preparo
 Coloque numa panela o amendoim e o açúcar. Misturar até torrar o amendoim. Tudo deve ser preparado em fogo brando, para não queimar o açúcar.mexa até a mistura ficar em ponto de caramelo
     Depois de caramelizado  acrescente lentamente o leite condensado, com o fogo aceso, durante três minutos, retire do fogo e bata bem, por mais 3 minutos.
     Despeje em pedra untada com margarina e deixe esfriar. depois, é só cortar em pedacinhos.

SUSPIROS DA NÉ
Ingredientes
4 claras
250 g de açúcar
1 colher de sopa de maisena
2 colheres de chá de vinagre
1/4 de colher de chá de essência de baunilha
Preparo
    Bater as claras em neve, adicionar o açúcar, uma colher de cada vez, batendo até que o suspiro fique bem consistente. Acrescente a maisena , o vinagre e a baunilha.
    Forre uma assadeira com papel manteiga, e com uma colher de café ou sobremesa faça os suspirinhos. Asse em forno bem fraco pré-aquecido por 1 hora ou até que fiquem coradinhos. Deixe esfriar, remova o papel. Conserve em uma lata bem fechada .
    Obs. Poderá faze-los de vários tamanhos e o tempo de assar vai depender do forno.