quinta-feira, 10 de junho de 2010

Energia ,CARACTERÍSTICA CULTURAL,Ciencias

Energia


Em nosso planeta encontramos diversos tipos de fontes de energia. Elas podem ser renováveis ou esgotáveis. Por exemplo, a energia solar e a eólica (obtida através dos ventos) fazem parte das fontes de energia inesgotáveis. Por outro lado, os combustíveis fósseis (derivados do petróleo e do carvão mineral) possuem uma quantidade limitada em nosso planeta, podendo acabar caso não haja um consumo racional.

Exemplos De Umas Das principais Fonte de Energia:

· Energia hidráulica – é a mais utilizada no Brasil em função da grande quantidade de rios em nosso país. A água possui um potencial energético e quando represada ele aumenta. Numa usina hidrelétrica existem turbinas que, na queda d`água, fazem funcionar um gerador elétrico, produzindo energia. Embora a implantação de uma usina provoque impactos ambientais, na fase de construção da represa, esta é uma fonte considerada limpa.

· Energia fóssil – formada a milhões de anos a partir do acúmulo de materiais orgânicos no subsolo. A geração de energia a partir destas fontes costuma provocar poluição, e esta, contribui com o aumento do efeito estufa e aquecimento global. Isto ocorre principalmente nos casos dos derivados de petróleo (diesel e gasolina) e do carvão mineral. Já no caso do gás natural, o nível de poluentes é bem menor.

· Energia solar – ainda pouco explorada no mundo, em função do custo elevado de implantação, é uma fonte limpa, ou seja, não gera poluição nem impactos ambientais. A radiação solar é captada e transformada para gerar calor ou eletricidade.

· Energia de biomassa – é a energia gerada a partir da decomposição, em curto prazo, de materiais orgânicos (esterco, restos de alimentos, resíduos agrícolas). O gás metano produzido é usado para gerar energia.

· Energia eólica – gerada a partir do vento. Grandes hélices são instaladas em áreas abertas, sendo que, os movimentos delas geram energia elétrica. È uma fonte limpa e inesgotável, porém, ainda pouco utilizada.


· Energia nuclear – o urânio é um elemento químico que possui muita energia. Quando o núcleo é desintegrado, uma enorme quantidade de energia é liberada. As usinas nucleares aproveitam esta energia para gerar eletricidade. Embora não produza poluentes, a quantidade de lixo nuclear é um ponto negativo.Os acidentes em usinas nucleares, embora raros, representam um grande perigo.

· Energia geotérmica – nas camadas profundas da crosta terrestre existe um alto nível de calor. Em algumas regiões, a temperatura pode superar 5.000°C. As usinas podem utilizar este calor para acionar turbinas elétricas e gerar energia. Ainda é pouco utilizada.

· Energia gravitacional – gerada a partir do movimento das águas oceânicas nas marés. Possui um custo elevado de implantação e, por isso, é pouco utilizada. Especialistas em energia afirmam que, no futuro, esta, será uma das principais fontes de energia do planeta.
Postado por BrunoPires às 03:04 0 comentários
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Do E Does
Do E Does


O verbo "to do" é usado como auxiliar em sentenças negativas e interrogativas quando o verbo principal não é um verbo anômalo (ex: must, be, can, may, etc). Verbo anômalo é um outro assunto, ok?O auxiliar "do" varia para as 3as pessoas do singular somente, ficando na forma de "does" para: HE, SHE e IT.

Vou Mostra Alguns Exemplos Com Do E Does.

Então, vamos exemplificar utilizando o verbo principal "to write" (escrever
1. Sentenças afirmativasa)
I write letters to you. (Eu escrevo cartas para você)
>> não precisa de auxiliar


b) Clarck (he) writeS letters to you. (Clark (ele) escreve cartas para você)
>> não precisa de auxiliar, pois a variação está no verbo principal (o "S" ao final do verbo)

2. Sentenças Negativasa)
I don't (DO + NOT) write letters to you. (Eu não escrevo cartas para você)
>> o auxiliar é usado com o NOT


b) Clarck (he) doesn't (DOES + NOT) write letters to you. (Clark não escreve cartas para você)
>> o auxiliar é usado com o NOT e a variação que está no verbo principal (o "S" ao final do verbo) é excluída. O DOES já apresenta esta variação

3. Sentenças Interrogativasa)
DO you write letters to me? (Você escreve cartas para mim?)
>> o auxiliar é acrescentado no início da frase.

b) DOES Clarck (he) write letters to you? (Clark escreve cartas para você?)
>> o auxiliar é acrescentado no início da frase e a variação que está no verbo principal (o "S" ao final do verbo) é excluída. O DOES já apresenta esta variação.

o DO às vezes é usado para enfatizar uma palavra e/ou frase, por exemplo: I DO write letters to my friend every month.

Postado por BrunoPires às 03:17 0 comentários
quinta-feira, 6 de maio de 2010
O Que é Ciencias?
O Que é Ciencias?
Tomo a liberdade de me dirigir a si rogando-lhe que seja o juiz numa disputa entre mim e uma pessoa minha conhecida que já não posso considerar um amigo. A questão em discussão é a seguinte: É a minha criação, a guardachuvalogia, uma ciência? Permita-me que explique a situação. De há dezoito anos para cá que, conjuntamente com alguns fieis discípulos, venho recolhendo informações relacionadas com um objecto até agora negligenciado pelos cientistas — o guarda-chuva. O resultado da minha investigação, até à presente data, encontra-se reunido em nove volumes que vos envio separadamente. Deixe-me, antecipando a sua leitura, descrever brevemente a natureza dos conteúdos aí apresentados e o método que empreguei na sua compilação. Comecei pelas ilhas. Passando de quarteirão em quarteirão, de casa em casa, de família em família, de indivíduo em indivíduo, descobri: 1) o número de guarda-chuvas existentes, 2) o seu tamanho, 3) o seu peso, 4) a sua cor. Tendo coberto uma ilha, passei às restantes. Depois de muitos anos, passei à cidade de Lisboa e, finalmente, completei toda a cidade. Estava então pronto a continuar o trabalho passando para o resto do país e, posteriormente, para o resto do mundo.
Foi neste ponto que me aproximei do meu amigo de outrora. Sou um homem modesto, mas senti que tinha o direito de ser reconhecido como o criador de uma nova ciência. Ele, por outro lado, afirmou que a guardachuvalogia não era de todo uma ciência. Primeiro, disse ele, é uma tolice estudar guarda-chuvas. Este argumento é mau, uma vez que a ciência se ocupa de todo e qualquer objecto, por muito humilde e abjecto que seja, até mesmo da «perna de trás de uma pulga». Sendo assim, por que não guarda-chuvas? Depois, ele afirmou que a guardachuvalogia não poderia ser reconhecida como uma ciência porque não trazia qualquer benefício ou utilidade para a sociedade. Mas não será a verdade a coisa mais preciosa na vida? E não estão os meus nove volumes repletos de verdades acerca do meu objecto de estudo? Cada palavra é verdadeira. Cada frase contém um facto firme e frio. Quando ele me perguntou qual era a finalidade da guardachuvalogia, senti-me orgulhoso em dizer «Procurar e descobrir a verdade é finalidade suficiente para mim». Sou um cientista puro; não tenho motivos ulteriores. Daqui se segue que a verdade seja suficiente para me sentir satisfeito. A seguir afirmou que as minhas verdades estavam datadas e que qualquer uma das minhas descobertas poderia deixar de ser verdadeira amanhã. Mas isto, disse eu, não é um argumento contra a guardachuvalogia, é sim um argumento para a manter actualizada, que é precisamente o que pretendo fazer. Façamos levantamentos mensais, semanais, ou mesmo diários, de modo a que o nosso conhecimento se mantenha actualizado. A sua objecção seguinte foi afirmar que a guardachuvalogia não continha hipóteses e que não tinha desenvolvido leis ou teorias. Isto é um grande erro. Utilizei inúmeras hipóteses no decurso das minhas investigações. Antes de entrar num novo quarteirão e numa nova secção da cidade coloquei hipóteses relacionadas com o número e com as características dos guarda-chuvas que aí seriam observados, hipóteses essas que foram, de acordo com o correcto procedimento científico, ou verificadas ou anuladas pelas minhas subsequentes observações. (De facto, é interessante notar que posso comprovar e documentar cada uma das minhas respostas a estas objecções com numerosas citações de trabalhos fundamentais, de revistas importantes, de discursos públicos feitos por cientistas eminentes, etc.) No que respeita a teorias e leis, o meu trabalho é abundante. Mencionarei, a título de exemplo, apenas algumas. Existe a Lei da Variação da Cor Relativa à Posse pelo Género. (Os guarda-chuvas que são posse das mulheres tendem a ter uma grande variedade de cores, ao passo que aqueles que são posse dos homens são quase sempre pretos.) Apresentei, para esta lei, uma exacta formulação estatística. (Veja-se vol. 6, apêndice 1, quadro 3, p. 582). Existem as Leis dos Possuidores Individuais de uma Pluralidade de Guarda-chuvas e as Leis da Pluralidade dos Possuidores de Guarda-chuvas Individuais, leis curiosamente inter-relacionadas. A inter-relação, na primeira lei, assume a forma de uma quase directa ratio com o rendimento anual, e a segunda, uma quase relação inversa com o rendimento anual. (Para uma formulação exacta das circunstâncias modificadoras veja-se vol. 8, p. 350). Há também a Lei da Tendência para Adquirir Guarda-chuvas em Tempo Chuvoso. Para esta lei forneci verificação experimental no capítulo 3 do volume 3. Realizei, igualmente, numerosas outras experiências relacionadas com a minha generalização.
Por conseguinte, creio que a minha criação é, em todos os aspectos, uma ciência genuína, e apelo para a vossa comprovação da minha opinião.
Postado por BrunoPires às 03:24 0 comentários
segunda-feira, 3 de maio de 2010
CARACTERÍSTICA CULTURAL


Se o conceito de espécie humana nos irmana no patamar da biologia, com a ideia de dignidade é possível igualizar a humanidade no plano específico dos valores, o mesmo é dizer, em geral, no âmbito da cultura. É defensável que todos os humanos nascem infinitamente dignos, pois essa condição é a primeira propriedade cultural que universalmente podemos considerar inerente a todos os indivíduos. Assim, pesem embora todas as diferenças fisionómicas, se no domínio biológico é possível falar de uma espécie, também no quadro cultural de uma moral universal, apesar do multi-facetado painel das culturas humanas, quer no tempo quer no espaço, não é abusivo falar em termos do global da espécie. Trata-se do respeito que, à partida, todas as pessoas consigo transportam e merecem em face dos outros e que, na realidade, surge inclusivamente como a primeira baliza natural da liberdade individual e das chamadas liberdades em geral.Não sendo inata uma vez que, enquanto criação cultural que é, não é transmissível, nem biológica nem geneticamente, podemos dizer que a dignidade é a primeira característica cultural da humanidade, pois é a única inicialmente reconhecível em todas as pessoas.

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