A economia normativa é uma abordagem que procura determinar como se pode manipular a economia para atingir determinados objetivos específicos. Normalmente, o que se pretende é atingir um determinado padrão de distribuição de riquezas. A economia normativa pressupõe uma tomada de uma posição ética em relação à realidade ou seja, pressupõem que os valores subjetivos do economista sejam o fator determinante.
A economia positiva é uma abordagem que não tem preocupações éticas e que se limita a entender os fatos tal qual eles existem, onde os julgamentos de valor do economista não são levados em consideração.
Os defensores da economia positiva defendem que os economistas devem se preocupar essencialmente em determinar os fatos e que esta tarefa é por si só, extremamente difícil. Defendem que qualquer tentativa de manipular a economia, através do uso de coerção, está condenada ao fracasso por desconhecimento dos fatos econômicos e por conseqüências em relação a anulação de incentivos em relação a ação eficiente dos agentes.
Os defensores da economia normativa argumentam que a riqueza deve existir para ser distribuída pelo estado e que se deve tentar modificar os factos económicos em favor do que entendem ser uma economia mais justa.
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